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elevador da bica

Um congresso frustrante

12 abril 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Num congresso do PS esperamos que eles digam coisas de esquerda.

Num congresso do PCP esperamos que eles digam coisas revolucionárias.

Num congresso do CDS esperamos que eles digam Paulo Portas.

Num congresso do PSD esperamos que eles digam mal uns dos outros.
Desta vez pensaram mas não disseram.

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Isto só bídeo

:: Guarda-freio: Vìtor Matos

O Congresso do PSD visto pela Patrícia Alves.

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Passos começa bem

27 março 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Com uma vitória esmagadora no bolso, no seu primeiro discurso como líder eleito do PSD, Pedro Passos Coelho começou bem o mandato ao convidar os seus adversários a pertencerem à direcção do partido. Seja qual for a resposta de Paulo Rangel e de Aguiar-Branco (eu apostava que vão recusar), trata-se da manifestação de um líder forte sem medo da sombra.

Quando Passos discursou para as televisões, Miguel Relvas, o homem mais importante na sua ascensão ao poder, ficou atrás das câmaras a ver. Por detrás do novo líder apareceram três caras do menezismo: Marco António Costa, Miguel Santos e Luís Montenegro. Devia ter havido algum cuidado em diversificar.

Não deixa de ser sintomática a forma como Manuela Ferreira Leite deixa a chefia do partido: sem fazer um simples telefonema ao candidato que lhe vai suceder.

O PS agora deve moderar-se nas ameaças de bater com a porta: ou tem mais cuidado com as dramatizações do género agarrem-me senão eu vou-me embora ou Passos vai mesmo romper e levar o Governo a eleições antecipadas até Setembro, porque aliás sabe que o prazo de validade dos líderes do PSD é muito curto. É uma questão de esperar pelas sondagens dos próximos dois meses.

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O contributo da JSD para a política nacional

:: Guarda-freio: Vìtor Matos

O CDS já tem um líder que foi militante da JSD: Paulo Portas.

O PS já tem um secretário-geral que foi militante da JSD: José Sócrates.

Finalmente, só faltava ao PSD ter um presidente que também militou na JSD e esta noite conseguiu: Pedro Passos Coelho ganhou as eleições internas e agora vai ter à direita e à esquerda dois ex-militantes da organização que dirigiu.

No fundo, deve haver um bocadinho de DNA político comum aos três.

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O debate laranja

23 março 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Hoje na RTP: Pedro Passos Coelho, seguro, a consolidar a pole-position, voltando-se para cada adversário como se já fosse líder de facto, sentado ao lado de Paulo Rangel a querer bipolarizar com Passos e a secundarizar Aguiar-Branco, que levava um truque na manga para enervar Rangel, que se irritou decisivamente e deixou transparecer nervosismo e alguma insegurança, sem conseguir rebater os ataques directos de José Pedro, que procurou ser duro na forma e sensato nas propostas, enquanto Passos Coelho colocava a voz e usava a linguagem gestual para impor a sua presença o que de resto conseguiu com algum sucesso. Castanheira de Barros não devia lá estar, o serviço público tem estes defeitos. Mas a discussão pode ter sido esclarecedora (embora não decisiva) sobretudo acerca do estilo de liderança que os militantes do PSD podem esperar de cada candidato.

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O congresso do partido dos congressos

15 março 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Um congresso do PSD vale sempre a pena. Marcelo fez um discurso à líder. Marques Mendes também. Demonstraram ser mestres no ofício em que os três candidatos à liderança são aprendizes. Santana Lopes fez um bom discurso à Santana, mas hoje um discurso à Santana conjuga atitudes opostas sem coerência: não se pode ser bebé chorão e senador ao mesmo tempo.

Depois, a "lei da rolha" proposta por Santana Lopes demonstra que o PSD e o próprio Santana não aprendem com os erros. É uma medida anti-Marcelo comentador; anti-Cavaco da má-moeda; anti-santanista tendo em conta o que ele fez ao longo da vida. Não quis acreditar quando vi os delegados a votarem aquilo. Se queriam baixar a conflitualidade no partido, estava-se mesmo a ver que o PSD estava a precisar de uma medida disciplinar contra críticos. Se ninguém revogar a norma, agora um crítico da direcção é sujeito a uma sanção "grave" (e atenção que é "especialmente" a 60 dias das eleições, portanto, é válida antes desse prazo). Vai ser lindo...

Quanto à luta pela liderança, o congresso foi útil. Não resolveu, mas foi bom palco. Aguiar-Branco ficou fora da corrida. Paulo Rangel herdou o pouco que Aguiar-Branco tinha e manteve margem para crescer. Apesar de um ou outro erro, Passos Coelho consolidou-se na pole-position e acabou o congresso projectado no País como challenger de Sócrates, quando pediu o adiamento do PEC. Daqui a um mês há outro.

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Esta é boa

14 março 2010 :: Guarda-freio: João Cândido da Silva

O PSD tenta endireitar-se mas não consegue perder oportunidades de dar tiros nos próprios pés. A regra que considera "infracção grave" as críticas ao líder nos dois meses que antecedam eleições é um completo absurdo. E dá o flanco para que o PS lhe aplique, com razão, o epíteto de norma "estalinista".

Não se percebe o que passou pela cabeça dos congressistas, que aprovaram a regra, nem de Pedro Santana Lopes, que a sugeriu. Resta sublinhar que no PS de Sócrates estas regras nem são necessárias. A ferocidade do líder e o servilismo dos militantes tratam da questão.

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Ar fresco no PSD

10 fevereiro 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Paulo Rangel é candidato à liderança do PSD e vai anunciar hoje às 20h no Tivoli.

Se não houver mais nenhum candidato, porque com o PSD nunca se sabe, desta vez há um corte geracional no partido e até ideológico, pelo que será uma luta interessante de seguir.

Pedro Passos Coelho é mais liberal do que social-democrata, tem muito aparelho, mas representa ideias que não são das mais atraentes para o aparelho interessado nas benesses do Estado. O seu liberalismo assusta o lado conservador do partido e a elite que perderá influência se ele ganhar.

Paulo Rangel é mais conservador-liberal que um social-democrata típico, não tem aparelho mas possui uma grande capacidade de gerar empatia com o eleitorado. É um guerrilheiro, franco-atirador, não se sabe exactamente o que pensa para a governação, mas está mais próximo das bases conservadoras e como não tem tropas, também não assusta a elite partidária, que tenderá a manter alguma influência.

Vai ser animado.

ADENDA: Afinal vai ser ainda mais animado, porque Aguiar-Branco também vai. O cavaquismo e o manuelismo dividem-se para perderem. Aguiar-Branco e Rangel vão marcar lugares para a próxima contenda. vai ser ainda mais animado.

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Descida à terra

25 janeiro 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

PSD abstém-se na votação do OE, acaba de anunciar Manuela Ferreira Leite. Começou por pedir o céu com uma espécie de pacto de regime, mas satisfez-se descendo à terra com o "compromisso assumido pelo Governo de inverter a trajectória de endividamento" e de redução do défice público. O PSD não tinha grande saída, perante a pressão dos mercados internacionais, diante da possibilidade de o Governo cozinhar tudo com o CDS, e, sobretudo, não podia fazer outra coisa confrontado com a sua própria fragilidade. Se o PSD ajudasse a precipitar uma crise política - Ferreira Leite sabe-o - ia ser mau para o País e péssimo para um PSD fragmentado a sofrer com o vazio de liderança e sem condições de pegar na governação de um novo ciclo em poucos meses.

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Menezes com Aguiar-Branco

11 janeiro 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Luís Filipe Menezes ataca toda a gente no PSD menos José Pedro Aguiar-Branco, o qual elogia sem nomear. É uma ironia para quem sabe como ele o menosprezava e como se gabava de o ter batido vezes sem conta na distrital do Porto. É um sinal de que Menezes poderá apoiar o líder parlamentar do PSD numa eventual candidatura deste a líder do partido.

Menezes ontem no DN: "Mais uma vez elogio a postura serena do Grupo Parlamentar, oásis neste deserto. Só é pena não lhe colocar, por agora, o poder nas mãos, pois iniciativas como a que desenvolveu a propósito da união de pessoas do mesmo sexo, têm tudo a ver com a atitude tolerante e equilibrada que fez a boa história do PSD."


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Uma questão de credibilidade

07 janeiro 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

O PSD tem razão ao responder ao repto do PS para um entendimento no Orçamento de Estado, dizendo que é necessário um acordo sobre as contas públicas para vários anos. Mas a bondade da iniciativa padece de um grave problema. Daqui a dois ou três meses o PSD terá um novo líder que poderá, ou não, estar de acordo com esse acordo assinado pelo líder anterior, que aliás, não estará lá para lhe dar continuidade (tanto quanto se sabe).

Já não é a primeira vez que isto acontece ao PSD. Aconteceu com o Pacto da Justiça e com a Lei Eleitoral Autárquica, acordados por Marques Mendes, com os quais Luís Filipe Menezes rompeu. O PSD tem um problema de credibilidade que deve ser ultrapassado, porque as consequências nefastas que a elite do partido merece não as merece o País. Será fácil assim ao PS, na sua aparente fraqueza, fingir que dá importância ao PSD, acabando por se entender com o CDS. Vai uma aposta?

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PSD 2.0 adiado

30 outubro 2009 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Afinal, Paulo Rangel foi à entrevista de Judite de Sousa dizer que não - enquanto houvesse pessoas como Marcelo Rebelo de Sousa, ele não seria candidato à liderança do PSD. Já que o apelo do professor à unidade não funcionou, Rangel tenta lançar a vaga de fundo pelo ex-líder. Mas não se devem tomar todas estas coisas pelo seu valor facial - Rangel poderá voltar a ter de ponderar uma ponderação ou as alternativas serão demasiado fracas. É verdade que Marcelo vai criando assim uma aura de desejado, enquanto Pedro Passos vai cacicando apoios e ganhando espaço (está no terreno há mais de um ano). Quanto mais os adversários de Passos adiarem a decisão de pôr um candidato na mesa, mais difícil será entrar no ringue, porque não se entra no ringue depois de soar o gongo.

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Deus abandona cargo

15 outubro 2009 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

João de Deus Pinheiro começou por recusar o convite de Manuela Ferreira Leite para integrar as listas do PSD. E disse-o numa entrevista à SÁBADO.

A seguir aceitou o convite - que justificou na actualização da mesma entrevista - e foi para Braga fazer campanha. Defendeu então em declarações sucessivas uma coligação do tipo Bloco Central, contra a opinião da direcção do PSD.

Hoje, dez minutos depois de tomar posse na Assembleia da República anuncia a renúncia ao cargo. Alega motivos pessoais, mas isso pode ser muita coisa. Para evitar pensar-se que as razões são afinal muito políticas, devia ser mais específico e explicar que motivos pessoais são esses - saúde, família, desafios profissionais, incompatibilidades súbitas.

Este é mais um episódio que não dignifica as instituições e mais uma prova de como Manuela Ferreira Leite não teve qualquer arte para gerir as listas.

ADENDA: este post no Jugular sobre o mesmo tema é mesmo muito bom.

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Os sopranos

18 setembro 2009 :: Guarda-freio: João Cândido da Silva

Sou amigo de Vítor Matos e conheço bem a sua inquestionável integridade pessoal e profissional.

Posto isto, alegar que, na reportagem da sua autoria publicada na "Sábado" de ontem, os testemunhos de quem denunciou as manobras vergonhosas que se passaram no interior do PSD de Lisboa foram obtidos a troco de dinheiro é uma safadeza de baixíssimo calibre que apenas ajuda a completar o retrato do repugnante pântano em que se movem certos sectores sociais-democratas e, sabe-se lá, se também noutros partidos.

O trabalho de Vítor Matos é uma excelente peça de jornalismo de investigação e revela coragem por parte de quem a fez e de quem a publicou, sem hesitar meter as mãos naquilo que, como se prova pelas reacções, é um autêntico ninho de vespas.

Agora ou em qualquer outra altura, a peça em causa jamais seria inócua para o partido atingido, pelo que erguer insinuações sobre o "timming" com o objectivo de a desvalorizar é não entender o essencial. E o essencial, para quem esteja preocupado com a imagem externa e o ambiente interno do PSD, é que parece evidente a necessidade de limpar o balneário, se o partido quiser cuidar melhor do seu prestígio.

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Desonestidade intelectual

10 setembro 2009 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Pacheco Pereira escreve isto no Jamais:

Há hoje um novo crime em Portugal: ir à Madeira.

Não é crime não. Mas quem fala do alto dos seus princípios inamovíveis e depois aplica critérios - de príncipio - contraditórios em diferentes circunstâncias não deve ficar acima do escrutínio público, jornalístico e político que JPP defende, e bem, para os seus adversários. JPP está sempre a dizer que o pathos se sobrepõe ao ethos, mas parece que lado emocional de JPP aqui também lhe trai a razão. Não acredito que JPP considere que na Madeira haja menos asfixia democrática do que no Continente, mas isto pode ser um whisful thinking.

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Não lembra ao careca

07 setembro 2009 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Em linguagem de Marcelo Rebelo de Sousa diz-se assim: "não lembra ao careca" o que Manuela FerreiraLeite foi dizer à Madeira. Que ali não existe asfixia democrática. Declarações destas num lugar daqueles só prejudicam a líder do PSD porque lhe tiram a credibilidade. Ou ela não acredita no que diz ou nós não acreditamos que ela acredite. Na Madeira já se passou da asfixia há muito, porque a asfixia não é democrática. Depois, a líder do PSD acrescenta esta pérola: "Quem legitima o poder é o voto do povo e não está ninguém aqui por imposição, é em resultado dos votos". É verdade. Só que isso em democracia não chega. E que eu saiba, no continente os Governos não são nomeados pelo almirante Thomaz há uns 35 anos.

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Óbvio ululante

29 agosto 2009 :: Guarda-freio: João Cândido da Silva

José Pacheco Pereira, Luís Marques Mendes e Paula Teixeira da Cruz perceberam muito bem o que significa ter António Preto e Helena Lopes da Costa nas listas de candidatos a deputados do PSD. Só Manuela Ferreira Leite não conseguiu, ou não quis, entender que evitar candidatos que estejam sob suspeita em processos judiciais não é a mesma coisa que negar-lhes a presunção de inocência a que têm direito.

"A ética tem a ver com tudo na vida e, muito em particular, com a política", disse Paula Teixeira da Cruz. Isto é tão óbvio que nem se consegue perceber como há quem olhe para o lado e subestime um valor que, por ser negligenciado, explica o desencanto e o cansaço de muitos cidadãos em relação ao próprio regime.

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As contradições da líder do PSD

21 agosto 2009 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

As entrevistas de Manuela Ferreira Leite são penosas porque a líder do PSD não domina retórica política e entra em contradição com muita facilidade. Aqui o Jamais louva o soundbite da "asfixia democrática", em que MFL diz: "As pessoas têm medo de se pronunciarem contra o Governo porque têm medo de retaliações".

Tem razão sobre o ambiente criado pelo Governo, mas na sua boca soa apenas como mais uma contradição:

1) Asfixia - MFL deixou bem claro na feitura das listas do PSD que se as pessoas criticarem a sua liderança devem ter medo porque há retaliações. MFL também retaliou contra aqueles que a criticaram. Quem calou teve mais sorte.

2) Programa - MFL diz que ouviu centenas de pessoas para fazer o programa do PSD. Depois afirma que o programa não tem mais novidades do que aquilo que anda a dizer há meses (custa-me a crer). Então, porque é que andou a ouvir centenas de pessoas?

3) Casos judiciais - Sobre António Preto diz que não se pronuncia nem nunca se pronunciou sobre casos judiciais. Não é verdade. Numa entrevistaà SÁBADO, em Maio de 2008, disse: "Já fui testemunha dele [Preto] e essa acusação não tem ponta por onde se lhe pegue".

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Das duas, uma

:: Guarda-freio: João Cândido da Silva

Não sei se José Sócrates vai perder as eleições legislativas ou se está já convencido de que as vai perder, como alega Manuela Ferreira Leite. O que me parece óbvio é que o líder do PS, ou alguém por ele, vai continuar a explorar, enquanto puder, o "caso" das "escutas a Belém" porque a vitimização pode compensar e porque fragilizar Cavaco é uma forma de fragilizar o PSD.

Também continua a parecer-me evidente que quem forneceu lenha para se queimar foi a Presidência da República quando, através de fonte anónima, veio a público denunciar algo que, a ser verdade, devia ter sido objecto de queixa por outras vias. Em todo este episódio, das duas uma: ou estamos perante uma brutal conspiração contra o Presidente e o PSD ou estamos perante um descomunal tiro no pé do Presidente, que atinge o PSD.

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Correção ao post anterior

:: Guarda-freio: Vìtor Matos

Disparei mais rápido que a sombra no post abaixo deste. Foi um erro.

Os posts de José Pacheco Pereira mantêm-se no Jamais e estão aqui e aqui.

Retiro tudo o que disse e continuo a reconhecer a frontalidade de JPP .

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