03 fevereiro 2011
:: Guarda-freio: Vìtor Matos
Os cavaquistas mais empedernidos devem estar aborrecidos por se fazer jornalismo em Portugal, como mais uma vez prova o José António Cerejo, no Público. O silêncio é de ouro, deve continuar a pensar o professor Cavaco, arrependido de ter feito o comunicado de ontem, uma vez que as declarações têm destas coisas, uma coisa puxa a outra, e podem colidir com a realidade. O trabalho do Público de hoje contraria a teoria do "jornalismo suave" e ainda bem. Etiquetas: Cavaco Silva
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24 janeiro 2011
:: Guarda-freio: FSC
 Passaram mais de doze horas sobre o desfecho das eleições presidenciais. Cavaco foi reeleito à primeira volta. Constato que, apesar dessa feliz notícia, os juros da dívida ainda não começaram a descer. Noto que, apesar dessa notícia funesta, ainda vivemos em democracia. Concluo que os argumentos da campanha eleitoral talvez tenham sido ligeiramente exagerados. Etiquetas: Cavaco Silva, Manuel Alegre, Presidenciais 2011
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21 janeiro 2011
:: Guarda-freio: Vìtor Matos
Cavaco não diz nada, não responde a nada, não explica nada. Mas depois diz que as notícias são " encomendas". É engraçado, porque a perspectiva da maioria dos políticos (profissionais de todos os partidos) sobre o jornalismo é esta. As notícias que não lhes agradam são "encomendas". Não são informações que os jornalistas trabalham cumprindo o seu dever de escrutinar aqueles que ocupam os cargos públicos em nome de todos nós. O candidato-presidente ainda tem a lata de convidar os jornalistas a revelarem quem os anda a alimentar. Não só sacode a água do capote, como convida os jornalistas à delação das fontes, coisa que Belém devia considerar de má memória. Curiosamente, o PS também acusou Cavaco de andar a promover "encomendas" há uns tempos e a fonte chegou a ser revelada - coisa que nunca devia ter acontecido - mas, como é óbvio, trata-se da conversa da treta habitual de quem atira ao mensageiro para esconder o que importa. Bela encomenda nos saiu... Etiquetas: Cavaco Silva, presidenciais
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19 janeiro 2011
:: Guarda-freio: Vìtor Matos
Hélas! Cavaco não sabia do papel, mas o António José Vilela descobriu-o e a Sábado já o publicou no site.
A vivenda "Marani" foi permutada pelo terreno da "Gaivota Azul" e ambos os imóveis foram avaliados em 135 mil euros.
A imprensa que o candidato preferia suave fez o seu trabalho. Até ao momento, não consigo descortinar por que razão Cavaco escondeu esta informação. Mas espero que nos próximos dias alguém me explique se, do ponto de vista do negócio, permutar a casa a um preço aparentemente baixo trazia alguma vantagem ao ex-primeiro-ministro.
Só vejo aqui algum embaraço pelo facto de a transacção meter Fantasia e "amigos" do BPN ao barulho, gente pouco recomendável. Etiquetas: Cavaco Silva, maison, vivenda
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18 janeiro 2011
:: Guarda-freio: J.
À falta de outros argumentos, em situações de aperto eleitoral e em desespero perante a perspectiva de uma derrota, a esquerda costuma lançar-se nas mãos de um estratagema pouco criativo mas, pelos vistos, irresistível. Há uns anos, em eleições para a Câmara de Lisboa, por exemplo, João Soares e os seus companheiros de campanha alertaram o povo de Lisboa que uma vitória de Pedro Santana Lopes na corrida à presidência da edilidade representaria o regresso do fascismo. O povo de Lisboa não lhes ligou nenhuma, talvez porque não precisa que lhe acenem com papões para comer a sopa que bem lhe apetecer. Agora, já se estranhava que Manuel Alegre e o albergue espanhol que o apoia, ainda não se tivessem lembrado de alertar que, com uma vitória de Cavaco Silva nas eleições presidenciais, é a própria democracia que está em perigo. Enfim, demorou mas lá acabou por acontecer. Num estilo apoplético, Alegre declarou que esta é "uma luta de vida e de morte para a nossa democracia". Por outras palavras, se Cavaco vencer, fujam porque vem aí o fascismo. Pior: além da Presidência, a tenebrosa direita ainda vai ter uma maioria no Parlamento e o controlo do Governo, segundo as previsões do candidato Alegre que Sócrates não deve ter gostado de escutar. Se o cenário é tão assustador quanto o poeta-candidato o pinta, talvez fosse mais avisado recolher a casa e questionar-se porque será que, dispondo de tanta superioridade moral e democracia para partilhar com o povo português, este, provavelmente, lhe vai mostrar ingratidão nas urnas. Etiquetas: a notável criatividade da esquerda, Cavaco Silva, fujam porque vem aí o fascismo, Manuel Alegre
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13 janeiro 2011
:: Guarda-freio: Vìtor Matos
Amigos à esquerda e à direita têm estranhado o discurso e a atitude mais agressiva de Cavaco Silva na campanha eleitoral. Parece estranho, não é, um Presidente incumbente com uma vantagem do caraças nas sondagens, a correr riscos desnecessários, a baixar a máscara da pose, e a jogar ao ataque em vez de fazer catenaccio e deixar correr o jogo até a vitória lhe cair no colo. Acontece que as coisas não são bem assim, como mostra Pedro Magalhães do Margem de Erro, neste quadro que compara as sondagens e os resultados das presidenciais em 2001. Nunca fiando... Etiquetas: Cavaco Silva, debates presidenciais, sondagens
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11 janeiro 2011
:: Guarda-freio: Vìtor Matos
Na entrevista de hoje à RTP Cavaco Silva continuou sem clarificar a sua relação com o BPN. Do meu ponto de vista, neste momento o mais grave pode nem ser a compra das acções a €1 que estavam reservadas a Oliveira e Costa (a não ser que venha a perceber-se que essa venda foi estatutariamente ilegal). Do ponto de vista da avaliação política do candidato, o mais grave é:
a) Cavaco nunca ter dado explicações, contribuindo para a opacidade e para as dúvidas sobre o caso; é um erro político grave, mas é sobretudo um contributo para a falta de transparência em democracia;
b) remeter sempre para um comunicado manhoso, sem informação objectiva (nada diz sobre as acções da SLN), ao melhor estilo de "com a verdade me enganas", para iludir os jornais e a opinião pública;
c) remeter sempre para as declarações no Tribunal Constitucional, que nada explicam nem adiantam à informação avançada pelo Expresso em 2009;
d) sugerir na entrevista à RTP (como se fôssemos parvos), que o BPN comprou as acções da SLN sem lhe dar cavaco. Parece-me inverosímil que um gestor de conta lhe comprasse voluntariamente acções da SLN, uma sociedade fechada que detinha o próprio banco, e nada lhe dizer, sabendo-se a relação próxima que tinha com algumas figuras de proa. Mais um buraco nesta narrativa: é uma grande coincidência o gestor ter comprado os papelinhos de €1 da SLN ao pai, ao mesmo tempo que se lembrou de comprar para a filha. Foi em pacote familiar e sem avisar. Mas foi amigo.
Conclusão: com a informação que temos até ao momento, Cavaco nada fez de ilegal, talvez até tenha sido usado. Mas há leituras políticas que se podem fazer: numa eleição unipessoal coisas destas contam, porque a pessoa é a instituição; um PR não pode ser ingénuo ao ponto de se deixar usar por bandidos (ele já conhecia o perfil do Oliveira e Costa e não o evitou...); fez um mau julgamento, até porque nessa época já muita gente desconfiava do BPN, mas um PR não pode fazer muitos maus julgamentos (embora 140% de lucro não seja um julgamento tão mau...). Só uma estratégia de vitimização ou a arrogância de achar que ninguém lhe pode pedir explicações pode justificar esta atitude. Da maneira como o caso foi gerido, ficará sempre no ar que ele tinha algo a esconder. Etiquetas: BPN, Cavaco Silva
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20 dezembro 2010
:: Guarda-freio: FSC
 A alteração à lei de financiamento político era uma vergonha para o Parlamento e os partidos que a aprovaram, PS e PSD. Passou a ser uma vergonha também para o Presidente da República, que promulgou uma lei cheia de alçapões, que torna o dinheiro dos partidos menos transparente, dificulta o seu controlo, amnistia más práticas e facilita o financiamento ilegal e a corrupção. A admissão da vergonha está na mensagem que Cavaco enviou à AR, onde dá uma razão para a lei passar (uma poupança conjuntural e pífia), e reconhece duas razões de fundo por que devia ser vetada: 1) a lei “potencia o risco” de lavagem de dinheiro através dos partidos; 2) os partidos podem gastar mais, aproveitando a debilidade da lei. O PR reconhece a verdade, mas recusa-se a retirar a consequência. É a prova de que Cavaco continua integrado no sistema. Comentário publicado no Expresso de 18-12-10Etiquetas: Cavaco Silva, financiamento partidário
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21 junho 2010
:: Guarda-freio: João Cândido da Silva
Cavaco Silva fez bem em não estar presente nas cerimónias fúnebres de José Saramago. Não só porque seria, de facto, uma atitude de hipocrisia, mas porque o Presidente da República não tinha que se sujeitar ao previsível papel de "bobo da festa" num evento que foi, também, transformado numa manifestação política, com bandeiras do PCP pelo meio e o velho "slogan" da "luta continua". Era previsível que houvesse aquele aproveitamento, estando em causa a derradeira homenagem a uma pessoa que, além de escritor galardoado com o prémio Nobel da literatura, também teve uma militância política conhecida e assumida. Posto isto, Cavaco não tinha qualquer obrigação de comparecer, para além de lamentar a morte do ser humano e o desaparecimento de um escritor relevante nas letras portuguesas. Etiquetas: Cavaco Silva
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14 junho 2010
:: Guarda-freio: Vìtor Matos
O Paulo Gorjão aponta no Delito de Opinião a contradição de Cavaco com a história da situação "insustentável" do País e o apelo ao apaziguamento ideológico. Se a situação é insustentável, cabe também ao PR que a torne mais sustentável, pois tem poderes para ser mais que um notário do regime. O que faria o PR se a coisa evoluísse para lá do sustentável? Do Estatuto dos Açores ao casamento gay, Cavaco tem repetido declarações de impotência presidencial, seja por falta de poderes, seja por fraca força política. Agora, a impotência perante a insustentabilidade da situação acaba por dar alguma razão à direita que deseja outro inquilino em Belém.
Em todo o caso, não resisto a tirar do contexto esta frase tipo trompe l'oeil do discurso de Cavaco no 10 de Junho:
" Os Portugueses anseiam por limpar Portugal, aspiram a um País mais são, mais limpo, não querem viver numa atmosfera carregada e irrespirável (...)". Etiquetas: Cavaco Silva
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08 junho 2010
:: Guarda-freio: Vìtor Matos
Local: Albufeira, vivenda gaivota azul, e Boliqueime
Carro - Citroen Volkswagen Eos fabricado em Palmela, com tecto de abrir;
Gasolina - bombas da Galp (pedir à Maria para arranjar o cartão Fast e uma vuvuzela);
Bebidas - garrafão do tinto, aguardente de alfarroba, garrafão do branco, palete de minis, Brandy Mel, conhaque, Licor Beirão, Jameson, uísque de Sacavém, Moscatel, Dom Perignon, espumante Raposeira, vinho do Porto Grahams Lágrima de Cristo, água do Luso, Carvalhelhos com gás, aniz, licor de figo;
Peixes - Bacalhau, carapaus para alimar (sem molho à espanhola), sardinhas para assar, lombinhos de salmão, conquilhas, carabineiros, percebes, pescadinhas (para fritar de rabo na boca), jaquinzinhos;
Mercearias - massas Nacional, maçãs do Chile, pêros bravo-esmolfe, atum Bom Petisco, laranja da Baía, laranjas algarvias, pasta Colgate Couto, bananas da Madeira, sabonete Lux, iogurtes Mimosa, cerejas do Fundão, kiwis, maçãs de Alcobaça, mangas, presunto de porco preto de Lamego, azeite;
Roupa - fato Hugo Boss da Alfaiataria Gonçalves, vestido do Carlos Gil, calções da Maconde, biquini da Gucci Lanidor, pólos da Sacoor da feira de Carcavelos, sapatos e sandálias;
CD - Kátia Guerreiro, Cátia Guerreiro, Camané, Amália, rancho folclórico "O Corridinho"
Jornais - The Economist, Financial Times, Jornal de Negócios, Diário Económico, Sol, Público, Le Monde, Diário de Notícias, El País, Expresso, Visão, Time, Sábado, Nouvel Observateur;
PS1: tolerância zero a coisas made in China, Vietname ou Singapura, mas pior ainda made in Spain ou in Morocco.
PS2: este ano não vamos a Ayamonte com os miúdos, nem sequer pedi autorização ao Parlamento.
PS3: não levo o meu tablet da Apple para despachar o trabalho pendente. Alguém pergunta ao Sócrates se me arranja um Magalhães daqueles que funciona? Etiquetas: Cavaco Silva, o que é nacional é bom, vá para fora cá dentro
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16 janeiro 2010
:: Guarda-freio: Vìtor Matos
Fernando Lima escreve no Expresso que "o caso das escutas" a Belém se tratou de "intriga política" e de uma "armadilha". Ora isso já sabíamos. O que o assessor de Cavaco Silva deixa por dizer é mais importante: pelos espaços das palavras e do não dito, onde ficam os silêncios políticos, Lima acusa o PS de ter montado essa trama para arrastar o PR para a luta política das legislativas. Isso está no texto, embora ele não o possa dizer. Etiquetas: Cavaco Silva
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15 janeiro 2010
:: Guarda-freio: Vìtor Matos
Cavaco Silva vai condecorar Pedro Santana Lopes com a Grã-Cruz da Ordem de Cristo. Parece mentira mas é verdade, está no site da Presidência da República, e terá lugar no dia 19 de Janeiro, quando Cavaco Silva condecorar personalidades que desempenharam cargos de alto relevo.
Resta saber a diferença entre cargos de alto relevo e o alto desempenho de cargos relevantes, que são coisas diferentes, e parece que a opinião de Cavaco tinha ficado bem clara.
Ficamos à espera de saber se Pedro Santana Lopes vai mesmo a Belém receber a condecoração das mãos do homem que ele acusa de ter ajudado à confluência de factores para derrubar o seu Governo. Ou se o fará assumindo de cabeça levantada a ironia da situação.
Terá a má moeda expulsado mesmo a boa moeda, ou para Cavaco o paradigma não se alterou?
Etiquetas: Cavaco Silva, Pedro Santana Lopes
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04 janeiro 2010
:: Guarda-freio: Vìtor Matos
José Sócrates no discurso de Natal - "A crise económica mundial persiste, é certo, mas há agora sinais claros de que estamos a retomar lentamente um caminho de recuperação. Precisamos de investimento público que crie emprego. Precisamos de investir nos domínios que são essenciais à modernização do nosso país: as infra-estruturas de transportes e comunicações, as escolas, os hospitais, as barragens, as energias renováveis. Precisamos de continuar a apoiar as nossas empresas, com particular atenção às pequenas e médias empresas, às empresas exportadoras, às empresas criadoras de emprego."Cavaco Silva no discurso de Ano Novo - "Mas o desemprego não é o único motivo de preocupação. A dívida do Estado tem vindo a crescer a ritmo acentuado e aproxima-se de um nível perigoso. O endividamento do País ao estrangeiro tem vindo a aumentar de forma muito rápida, atingindo já níveis preocupantes. Acresce que o tempo das taxas de juro baixas não demorará muito a chegar ao fim. (...) Com este aumento da dívida externa e do desemprego, a que se junta o desequilíbrio das contas públicas, podemos caminhar para uma situação explosiva. Em face da gravidade da situação, é preciso fazer escolhas, temos de estabelecer com clareza as nossas prioridades. Os dinheiros públicos não chegam para tudo e não nos podemos dar ao luxo de os desperdiçar."
Etiquetas: Cavaco Silva, José Sócrates
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29 dezembro 2009
:: Guarda-freio: João Cândido da Silva
"O último recurso", por Pedro Lomba, no "Público", sobre o sistema semipresidencialista português: "Enquanto o Governo for tão poderoso como é, enquanto o primeiro-ministro exercer um controlo único e dado a toda a espécie de abusos sobre o Estado e a sociedade, enquanto os partidos gerarem políticos sem credenciais, prescindir do estatuto do Presidente da República e assim do semipresidencialismo pode implicar um suicídio." Nem mais. Etiquetas: Cavaco Silva, José Sócrates, semipresidencialismo, sistema
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09 dezembro 2009
:: Guarda-freio: Vìtor Matos
Os sinais de que isto não vai durar muito andam aí. O facto de António Vitorino mais uma série de socialistas virem pedir a intervenção de Cavaco em nome da estabilidade é eloquente do que se está a passar. É claro que o PR não age a pedido, muito menos assim pressionado em público. Se Sócrates não consegue nada de Cavaco nas reuniões de quinta-feira, que hoje não devem passar mais do que pura formalidade, é porque o PR não está para aí virado. As relações com Sócrates e o Governo são péssimas. A desconfiança é mútua e assumida. A má gestão do "caso das escutas" foi arrasadora para o PR e tirou-lhe margem de manobra. A sucessão de casos mal explicados em torno no PM também não ajuda. Se Cavaco pedir às oposições apoio para o Governo, para onde é que se vira a sua base de apoio nas eleições daqui a um ano? Se não frisa a necessidade de estabilidade, que foi sempre uma das suas bandeiras, para que lado conduzirá o seu discurso em Janeiro de 2011? O PS acaba de entalar Cavaco: se ele não faz parte da solução, então tratam de o meter como parte do problema. Etiquetas: Cavaco Silva, estabilidade, Sócrates
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05 outubro 2009
:: Guarda-freio: Bruno Faria Lopes
Mais do que as politiquices do costume – campeonato em que Sócrates hoje quis jogar – o mais interessante na intervenção do Presidente no 5 de Outubro (afinal, sempre falou) foi o forte pendor de direita. Cavaco aproveitou as autárquicas para evitar mais atritos com "o partido do governo" – depois de abordar a educação (em 2007) e a economia/pobreza (em 2008), o Presidente deixou de lado as políticas públicas e falou directamente para as pessoas. E disse-lhes isto: numa República que é feita de pessoas, parem de se queixar, assumam as vossas responsabilidades, façam pela vida. Numa altura de crise económica e de ascensão da esquerda-dos-castelos-no-ar esta é a parte mais interessante da mensagem deste fragilizado Cavaco. Mais interessante do que as merdices do costume – da "transparência" da política e de "escutar" [ha ha] os problemas dos portugueses – logo exploradas pelos intérpretes profissionais de cavaquês-português. Etiquetas: Cavaco Silva, direita
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01 outubro 2009
:: Guarda-freio: João Cândido da Silva
"O gajo" e "O tempo das gravuras de Foz Côa", por Helena Matos, no "Público". O primeiro texto, analisa as relações entre a "aristocracia" socialista e Cavaco Silva, um intruso neste mundo vocacionado para ocupar e se instalar no poder. O segundo, sublinha algumas verdades sobre os disparates que a propaganda consegue fazer o país engolir, a propósito da mais recente proposta para que o Museu do Côa albergue arte contemporânea. Etiquetas: Cavaco Silva, Foz Côa, propaganda
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30 setembro 2009
:: Guarda-freio: João Cândido da Silva
“Nunca imaginei que um Presidente da República fosse capaz de fazer uma comunicação ao País tão ridícula e lamentável", disse Alfredo Barroso, antigo assessor de Mário Soares na Presidência da República, sobre a intervenção de Cavaco Silva acerca do "caso das escutas". Sem dúvida que, no tempo de Soares, o talento para intrigar e manipular era muito mais apurado. Era feito às escondidas mas, também, à luz do dia, através das "Presidências abertas". Etiquetas: Alfredo Barroso, Cavaco Silva, escutas, intriga, Mário Soares
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:: Guarda-freio: João Cândido da Silva
Peço desculpa por me estar a citar a mim próprio, mas escrevi isto num editorial do Negócios publicado no dia seguinte ao da primeira notícia do "Público" sobre as alegadas escutas sobre Belém e hoje não retiraria uma vírgula. Sobretudo ao último parágrafo. Agora, não sejamos ingénuos. Se existiu interesse público em denunciar uma fonte do "Público", argumento que eu considero muito discutível, ao ponto a que as coisas chegaram se calhar também já não chocaria ninguém que a fonte que deu a cópia do "e-mail" interno do "Público" ao "DN" fosse revelada. Pelo menos, quanto a saber quem tem mais habilidade e currículo para a intriga política ficaria tudo em pratos limpos. Etiquetas: Cavaco Silva, escutas, pantanal
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Tudo o que sobe também desce
Conheça a história do ascensor aqui.
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João Cândido da Silva Vítor Matos Bruno Faria Lopes Luís Miguel Afonso Pedro Esteves Adriano Nobre Filipe Santos Costa Ana Catarina Santos
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