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elevador da bica

Boa e má moeda na Educação

12 agosto 2009 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Este artigo da Newsweek sobre o investimento em Educação é eloquente. Em termos muito resumidos, um responsável do Banco Mundial diz que grandes recursos públicos gastos em escolas de elite seriam mais bem aplicados na melhoria de cursos politécnicos. Os especialistas dizem que atirar dinheiro para cima das universidades não se traduz em resultados na mesma proporção. O que gera desenvolvimento e inclusão é a aposta em melhorar a literacia daqueles que têm baixas qualificações. Um estudo da Mckinsey, citado pela Newsweek, parece tirado de um panfleto de José Sócrates sobre as Novas Oportunidades:

"They find that the largest returns on investement come not from funneling more money toward top or even average performers, but toward those who have been left behind. Raising the achievement of the unskilled and excluded would lead not only to individual payoffs, such as higher incomes and meaningful lives, but also would generate big benefits for economies such as higher productivity and greater GDP. It would also result in broad social gains - less crime, less welfare spending, and a greater sense of cohesion".

É tudo muito bonito e Sócrates parece estar no caminho certo com iniciativas como as Novas Oportunidades - embora para estes estudos investimentos como o Magalhães sejam pouco mais do que paliativos. Espero, portanto, que os futuros governos mantenham estas políticas de qualificações. A minha grande dúvida continua a ser o resultado real destes programas. O ensino das Novas Oportunidades é mesmo sério e rigoroso? Aquilo muda mesmo a vida às pessoas? Ganham mesmo novas competências que aplicam na vida real? Recebem mais do que apenas um diploma? É a partir daqui que se distinguem as boas medidas da propaganda. As medidas podem ser boas, mas de nada servem se os resultados não o forem.

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Promessas promessas

26 julho 2009 :: Guarda-freio: Bruno Faria Lopes

Depois de uns tempos de saudável ausência decidi dar uma vista de olhos pela blogosfera. Confirma-se: anda por aí um ambiente de seriedade, de crispação e de falta de interesse que só visto. Razão tem esta mulher. Dentro das suas limitadíssimas possibilidades – dois ascensoristas no estaleiro e outros dois em part-time – o Elevador faz aqui a sua primeira promessa eleitoral: cortaremos na cagança. Mai nada.

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Tiros de campanha

11 fevereiro 2009 :: Guarda-freio: João Cândido da Silva

Fernando Teixeira dos Santos não quis comentar a promessa de José Sócrates de que vai limitar as deduções fiscais dos "ricos" para poder baixar os impostos da "classe média". O ministro das Finanças explicou não dever "comentar ou intervir" no que considera ser um debate interno de um partido político, mas a desculpa soa fraca.

O meu palpite é o de que o ministro das Finanças não quer associar-se a (mais) uma promessa demagógica do líder socialista que apenas tem um propósito: conquistar votos junto dos eleitores de esquerda, algo que está a transformar-se numa verdadeira obsessão para Sócrates. E sabe-se como estas tiradas populistas costumam comover essa zona do eleitorado.

Além de ser necessário esclarecer quem são os "ricos" e quem é a "classe média", algo a que Sócrates seguramente se vai furtar, as finanças públicas vão estar novamente de rastos nos próximos tempos, tornando altamente duvidoso que algum governo, seja de que cor for, vá dar prioridade à redução da carga fiscal quando estiver na posição de se confrontar com a triste realidade.

A promessa que seria bem-vinda, embora menos do que a sua concretização, seria a redução da despesa pública para tornar possível aliviar, de forma sustentada, o esforço fiscal das famílias e das empresas. O problema é que, para os eleitores, isto já não é música celestial, porque lhes soa a racionalização dos gastos, com o que isso pode implicar de ameaça a empregos seguros na função pública e a cortes nos subsídios.

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Impostos e demagogia

19 janeiro 2009 :: Guarda-freio: João Cândido da Silva

Seria bom que o primeiro-ministro explicasse como vai baixar impostos sobre a "classe média", quando terá que enfrentar uma crise orçamental grave e prolongada, enquadrada pelo regresso a taxas de crescimento anémicas quando o pior da crise tiver passado, lá para 2011.

Já agora, seria conveniente que explicasse, também, o que entende por "classe média" e por "rendimentos muito elevados". Só para se perceber melhor, caso decida mesmo cumprir a promessa, quem será beneficiado e quem irá pagar a conta.

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Emprego e demagogia

:: Guarda-freio: João Cândido da Silva

A promessa de criação de 150 mil empregos feita por José Sócrates durante a campanha eleitoral para as legislativas de 2005 não passou de pura demagogia. Apesar dos esforços para disfarçar o desemprego em sectores como o automóvel e do crescente intervencionismo na economia, a realidade impõe-se. E a realidade é que, mesmo com a economia a crescer a taxas modestamente positivas, jamais seria sustentável a possibilidade de as empresas criarem aquela quantidade de novos postos de trabalho.

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