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elevador da bica

Lido no Elevador

06 janeiro 2011 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

O artigo de hoje da Ana Sá Lopes no i, sobre o mito cavaquista é de leitura obrigatória para quem quiser perceber por que razão Cavaco Silva tem a obrigação de responder às perguntas sobre o BPN sem se vitimizar. Se Cavaco tem a consciência tranquila e nada a esconder, ponha tudo em cima da mesa e dê uma lição seriedade e transparência política.

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29 outubro 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

O povo não está com o MFA, editorial do Pedro Guerreiro, no Negócios.

«Para David Schnautz, Portugal é uma linha numa folha de cálculo.
Ontem de manhã, emprestou-nos dinheiro, comprando obrigações da República. Depois, foi surpreendido: afinal não há Orçamento - os juros dispararam. Schnautz sentiu-se enganado. E ironizou, ao Negócios: "Da próxima vez que participar num leilão de dívida de Portugal, é provável que queira cobrar um prémio de juro 'contra todos os riscos'...".»

«Quando José Sócrates e Passos Coelho saem de Portugal, como saíram ontem, ficam imediatamente lúcidos.»

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:: Guarda-freio: Vìtor Matos

Seria pior com os "alertas" do professor Cavaco?, Ana Sá Lopes no i, sobre o mau discurso de recandidatura de Cavaco Silva.

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10 agosto 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Vá lá - Francisco José Viegas, A Origem das Espécies - sobre Roberto Bolaño e os fanáticos anti-2666 que detestam o livro sem razões atendíveis.

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09 julho 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Pedro Guerreiro, editorial do Jornal de Negócios: "A intervenção de Sócrates no negócio entre a PT e a Telefónica foi um sucesso... para Sócrates. Mostrou quem manda. Manda na PT, na Caixa, manda em tudo o que antes negava. Nós, o povo, delirámos. E assim se legitima o que antes era escândalo. Amemos o polvo."

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29 abril 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Helena Matos, no Público (sem link) - escreve um texto interessante sobre o discurso de Aguiar-Branco no 25 de Abril e a apropriação dos símbolos, recordando que Zeca Afonso chegou a escrever para as redacções em 1974 a indignar-se com o "despudor" de o PPD cantar a sua canção Grândola Vila Morena num comício. Aí também lembra Cavaco Silva a cantar o Grândola, exactamente em Grândola, nas presidenciais de 2006. Ora sobre a valorização errada dos símbolos, também a minha mãe me contou uma história o outro dia (nós somos de lá): as pessoas de Grândola, que naqueles anos tinham de viajar para o norte do País, quando passavam o Mondego tiravam das suas carrinhas a plaquinha a dizer Grândola (lembram-se dessas plaquinhas?), porque houve quem tivesse más experiências por andar com um símbolo, de parecer um símbolo, de ser de um lugar simbólico e, no entanto, não ter culpa de nada, muito menos o carro.

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04 abril 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

O Meu Postigo - É bom , é reconfortante, é alentejano e é do meu irmão.

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14 fevereiro 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Liberdade e etc. - por Francisco José Viegas n' A Origem das Espécies. Sobre a relação dos políticos com a imprensa, sobretudo sobre os novos e modernos políticos. Vale a pena ler.

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11 fevereiro 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

O elefante no meio da sala - no Blasfémias, por João Miranda
Uma alegoria sobre a diferença entre a verdade e a verdade oficial.

Joaquim Vieira apela à desobediência civil dos jornalistas - no Jornal de Negócios, por Lúcia Crespo
O director do Observatório de Imprensa diz que "que está em causa é matéria de interesse público e o interesse público sobrepõe-se aos direitos privados dos cidadãos”. Totalmente de acordo.


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05 fevereiro 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Anteontem, escrevi que Daniel Oliveira tinha razão. Hoje Daniel Oliveira não tem razão nenhuma.

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04 dezembro 2009 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

- O Suicídio do regime, crónica de Rui Ramos no CM;

- Pinto Balsemão avisa para o risco de suicídio colectivo do PSD, notícia de João Pedro Pereira no Público;

- Suicídio do PSD não é para levar à letra, diz Marcelo, notícia de Filomena Fontes e Maria Lopes no Público;

(faz-me lembrar uma entrevista de Vasco Pulido Valente ao Expresso, depois de ter estado a escrever o livro Glória ao estilo romântico, e em que teve uma tirada romantíssima. Perguntaram-lhe como é que estaria Portugal dali a 10 anos. Ele respondeu que esperava não estar vivo ao fim de 10 anos para ver o que não merecia que alguém estivesse vivo para ver)

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06 outubro 2009 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

- E Fernando Lima? de Paulo Gorjão, no Delito de Opinião - Cavaco pede transparência na vida pública, mas nos assuntos da sua mercearia em Belém mantém uma inegável opacidade.

- Navegações, de Luís Naves, no Corta Fitas - Sobre como todos os regimes portugueses monárquicos ou republicanos têm caído de podre.

- Os "5 de Outubro", de Henrique Raposo, no Clube das Repúblicas Mortas - sobre como a discussão entre Monarquia e República está deslocada do que é essencial. Subscrevo em absoluto tudo o que ali é dito.

- República vs Monarquia, de José Gomes André, no Delito de Opinião - sobre os idiotas que o povo escolhe e os idiotas que nos calham em sorte.

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04 setembro 2009 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Sei no que fizeste o Verão passado - editorial do Pedro Guerreiro no Jornal de Negócios sobre a questão da TVI, cheio de razão: os espanhóis não podem dar-nos lições sobre liberdade de imprensa.

A bomba rebentou nas mãos de Sócrates - editorial de Manuel Carvalho, no Público (sem link). "Dizer livremente o que se pensa é algo que não pode existir neste clima bafiento e irreformável".

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22 abril 2009 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Este post do Pedro Correia no Delito de Opinião, onde cita o professor Jónatas Machado, da Universidade de Coimbra, sobre a liberdade de imprensa. É aquilo mesmo e nunca é demais lembrar.

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Angola: O Regresso da História e o Fim dos Sonhos

10 março 2009 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

"O Regresso da História e o Fim dos Sonhos", do neoconservador Robert Kagan, é um bom livro para ler nestes dois dias da visita de José Eduardo dos Santos a Portugal. Basicamente, a tese do livro é esta: os sonhadores do idílico pós-queda do Muro de Berlim estavam errados. O mundo voltou a ser tão perigoso como era, embora sem a luta ideológica da Guerra Fria. Com a globalização, quem manda são os mercados, e isso tem atenuado as relações das democracias liberais com os regimes autocráticos. Para Kagan, as democracias são demasaido complacentes com as autocracias. É um risco, porque as democracias perdem o poder que não ocupam. Ele tem como exemplo supremo a Rússia (e não deve ter gostado nada de ver a senhora Clinton por estes dias a esforçar-se por normalizar as relações com Lavrov). Ele acha que a Rússia de Putin, que invade os vizinhos, tem de ser tratada como um Estado que invade os vizinhos.


Se os EUA e a NATO se vergam à Rússia de Putin, por que não deve Portugal vergar-se a Angola? Até tiveram eleições... Não veremos, de certeza, em nome do realismo político, José Sócrates ou Cavaco Silva mencionarem direitos humanos, desigualdades ou liberalização política. Os 8% da taxa de crescimento anual angolana é demasiado preciosa. Kagan escreve: "A nova riqueza dá às autocracias uma maior capacidade de controlar a informação - monopolizar estações de televisão e ter uma garra apertada no tráfego na Internet, por exemplo, muitas vezes com a ajuda de grandes grupos estrangeiros, ansiosos por fazerem negócios com eles. A longo prazo, a prosperidade crescente pode muito bem produzir liberalismo político. Mas quão longo é o prazo?"

Outra questão, e que também nos leva a José Eduardo dos Santos, é a extensão tentacular dos Estados autocráticos por via das suas empresas. Kagan dá o exemplo da Rússia com a sua Gazprom - que depois do livro sair chantageou a Europa -, e que aumenta o seu poder político conforme vai comprando outras empresas noutros países. O caso de Angola tem parecenças: deve o Estado português permitir que empresas estatais de outros países entrem no capital de empresas portuguesas que outrora foram do Estado? E empresas que sendo privadas se confundem com o poder nos Estados mais autocráticos? É que o domínio político nessas empresas transfere-se de um Estado para o outro e pode criar vulnerabilidades em sectores-chave, como a energia. Deve Portugal permitir, liberalmente, que empresas angolanas tenham posições cada vez mais importantes no mercado português, sem que haja uma exigência de reciprocidade no tratamento de empresas portuguesas em Angola - onde se exigem parcerias e onde os angolanos são maioritários?

O livro de Kagan acaba assim: "A futura ordem internacional será moldada por aqueles que tiverem o poder e a vontade colectiva para a configurar. A questão está em saber se as democracias do mundo se vão de novo erguer para enfrentarem tal repto". Eu duvido.

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03 fevereiro 2009 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

É uma boa leitura para os tempos que correm, com recomendação especial para a classe política. "Rousseau e outros Cinco Inimigos da Liberdade" São seis textos (traduzidos pelo meu amigo Tiago Araújo) a partir de palestras de Isaiah Berlin na BBC sobre: Helvétius, Rosseau, Fichte, Hegel, Saint-Simon e Maistre.
Por vezes aqueles que começam por defender a liberdade passam a defender que só limitando seriamente a liberdade se pode ser verdadeiramente livre. O caso é mais complexo do que isto, claro, e cada autor tem as suas próprias variantes e vale a pena explorá-las.

Portugal, apesar daqueles que enchem a boca com vinte e cinco de abris, não é um país onde se ame a liberdade. Em Portugal a liberdade é uma chatice, e quando no poder a liberdade dos outros é um constrangimento ainda maior. Ainda ontem tive uma discussão com um reputado socialista que acusava a imprensa de todas as tropelias conspirativas contra o primeiro-ministro e ainda ameaçava que o patronato ia pôr fim à insídia quando Sócrates desatasse a processar os jornais a torto e a direito. Claro que, depois de umas certas palavras trocadas eu disse que no tempo do dr. Salazar é que era assim, do género fazer auto-censura porque o medo... O homem espumou e perguntou-me que moral tinha eu, já que ele tinha a medalha não sei das quantas da luta pela liberdade e eu não sabia o que era isso. E que tinha lutado pela liberdade de imprensa e que sabia o que diziam os velhos jornalistas desta malévola imprensa moderna. Talvez Berlin pudesse ter juntado às suas conferências sobre os inimigos da liberdade os acólitos de Sócrates, não os do filósofo.

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30 janeiro 2009 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Cândida e o "Segredo", de Gabriel Silva, no Blasfémias.

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