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elevador da bica

Já agora, expliquem porquê

01 fevereiro 2011 :: Guarda-freio: J.

João Amaral Tomaz, antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, afirma que "tem que ser Portugal a resolver os seus problemas" e que "o recurso a terceiros só se justifica se não formos capazes de nós próprios ultrapassarmos as dificuldades".

Ora bem:

1. Portugal está, há alguns meses, dependente dos financiamentos externos que consiga captar nos mercados ao preço que os credores decidirem ser razoável para compensar o risco que correm;

2. O Banco Central Europeu tem financiado a banca portuguesa, compensando o facto de as instituições financeiras nacionais não conseguirem captar recursos no mercado interbancário;

3. O Governo tem andado em visitas oficiais, sejam de Estado ou em"road shows" junto de potenciais investidores, para conseguir ajuda financeira sob a forma de compra de títulos de dívida pública portuguesa (sabe-se lá com que contrapartidas).

Posto isto, parece existirem duas evidências:

a) Portugal tem que resolver os seus problemas porque andar de chapéu na mão pelo Mundo fora não é solução de vida;

b) Pode não ser óbvio, o que não deixa de surpreender, mas a verdade é que Portugal já está há algum tempo a recorrer a terceiros precisamente porque não foi capaz, até agora, de evitar ou de resolver os seus problemas.

Para quem pensa como João Amaral Tomaz, o problema não está em pedir ajuda a terceiros mas em pedir ajuda a terceiros que ostentem a sigla FMI. Estão no seu direito. Mas, pelo menos, expliquem porquê.

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Cara ou Coroa?

16 novembro 2010 :: Guarda-freio: Ana Catarina Santos

Com uma diferença de poucas horas, Teixeira dos Santos disse, desdisse, afirmou, negou, declarou, contrariou, quis esclarecer, rectificou, desmentiu, disse ter sido mal interpretado, etc.

Entre o "há um risco elevado de recorrer ao FMI" e "o pedido de ajuda não está iminente" passaram poucas horas. E o autor é a mesma pessoa.

Como é que pessoas que andam na vida pública e política há tantos anos, ainda caem neste erro? Teixeira dos Santos não é apenas um Ministro. É Ministro de Estado e das Finanças de Portugal.

Não pode dar uma entrevista ao Financial Times com a leveza com que fala num qualquer outro contexto. Teixeira dos Santos devia ter a cartilha bem estudada e não dizer nem mais uma palavra além do que o estritamente necessário para dar confiança aos mercados e sinais de que o Governo português está firme na convicção de segurar o barco.

O problema é que, se calhar, não está.

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A oportunidade de António Borges

27 outubro 2010 :: Guarda-freio: J.

Com esta nomeação para director europeu do FMI, António Borges nunca esteve tão perto de mandar mais em Portugal do que o próprio primeiro-ministro.

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Será até prestigiante

21 outubro 2010 :: Guarda-freio: FSC

Pina Moura disse à TSF que a eventual entrada do FMI em Portugal "não será um drama, nem será desprestigiante para o país". Ah, bom...

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Assim o FMI nomeará um primeiro-ministro...

07 outubro 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Já é mau que baste, mas o Banco de Portugal diz que as medidas não chegam. Sim, de facto a história recente aconselha a não confiar no que Sócrates diz que vai fazer.

Temos um PM desacreditado, um Governo que mentiu sobre as contas públicas antes das eleições de 2009 (se fosse só incompetente era mau demais, mas a mentira deliberada é muito pior), e uma oposição que prefere a teimosia a engolir um sapo em nome do país. Ferreira Leite tem razão.

Sócrates não explica por que razão o PEC II não funcionou e como não percebeu mais cedo que não ia cumprir o défice. Já Passos Coelho fecha os olhos à impossibilidade de num ano se fazerem os ajustamentos só pelo lado da despesa. Se nem o PSD nem o CDS podem aprovar um OE do PS que aumente impostos qual o caminho? O corte de 20% nos salários dos funcionários públicos e a cativação do subsídio de Natal do povo todo?

O PSD perdeu a margem para aprovar o OE. Sócrates será pressionado por todos os lados para não se demitir e apresentar um novo Orçamento. Se houver crise política, antes das eleições presidenciais teremos o FMI a mandar em quer que esteja em São Bento.

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O tempo é curvo

30 setembro 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Andar a mexer em arquivos dá nisto: parece que o tempo passa, mas não saímos do mesmo lugar. Estas notícias são todas de uma primeira página do Expresso, em 10 de Dezembro de 1977.

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Ele disse a "f" word

10 maio 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

No fundo, Vítor Constâncio já fala como vice-presidente do BCE. E se ele já pronuncia a palavra proibida, o acrónimo terrível para os que não se sabem governar - FMI - então é porque a coisa está mesmo mal, pior ainda do que poderíamos supor. Excerto do comunicado de Constâncio divulgado hoje:

"A mudança do clima internacional tornou inevitável, como disse há dias, que o nosso ajustamento tenha que ser agora 'mais abrupto, mais rápido e mais severo'. Portugal deve fazer por si próprio o necessário para evitar ter que recorrer aos mecanismos financeiros de empréstimo agora criados e que implicariam a negociação de um programa envolvendo também o FMI".

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Pior é possível

17 março 2009 :: Guarda-freio: João Cândido da Silva

O Fundo Monetário Internacional reviu, em baixa, as previsões para a economia mundial. A recessão será global em 2009. Os Estados Unidos comportam-se melhor que a Zona Euro e a contracção de 3,2% na "eurolândia" vai provocar danos mais graves em Portugal.

Na Ásia ficará situado o "oásis" no meio da actual tempestade, com um invejável crescimento médio de 3,6% durante este ano. Um feito notável e surpreendente, tendo em conta as perspectivas anteriores de que aquela região não iria resistir à recessão das economias desenvolvidas.

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