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elevador da bica

Já agora, expliquem porquê

01 fevereiro 2011 :: Guarda-freio: J.

João Amaral Tomaz, antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, afirma que "tem que ser Portugal a resolver os seus problemas" e que "o recurso a terceiros só se justifica se não formos capazes de nós próprios ultrapassarmos as dificuldades".

Ora bem:

1. Portugal está, há alguns meses, dependente dos financiamentos externos que consiga captar nos mercados ao preço que os credores decidirem ser razoável para compensar o risco que correm;

2. O Banco Central Europeu tem financiado a banca portuguesa, compensando o facto de as instituições financeiras nacionais não conseguirem captar recursos no mercado interbancário;

3. O Governo tem andado em visitas oficiais, sejam de Estado ou em"road shows" junto de potenciais investidores, para conseguir ajuda financeira sob a forma de compra de títulos de dívida pública portuguesa (sabe-se lá com que contrapartidas).

Posto isto, parece existirem duas evidências:

a) Portugal tem que resolver os seus problemas porque andar de chapéu na mão pelo Mundo fora não é solução de vida;

b) Pode não ser óbvio, o que não deixa de surpreender, mas a verdade é que Portugal já está há algum tempo a recorrer a terceiros precisamente porque não foi capaz, até agora, de evitar ou de resolver os seus problemas.

Para quem pensa como João Amaral Tomaz, o problema não está em pedir ajuda a terceiros mas em pedir ajuda a terceiros que ostentem a sigla FMI. Estão no seu direito. Mas, pelo menos, expliquem porquê.

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Fact Checking

02 julho 2010 :: Guarda-freio: Ana Catarina Santos

Facto 1: Os números do desemprego em Portugal subiram dos 10,8% para os 10,9% entre Abril e Maio deste ano, indicam os dados do Eurostat.
Facto 2: O Primeiro-Ministro reagiu, dizendo que “isso é consequência da crise financeira e económica. E o desemprego cresceu em toda a Europa”.
Facto 3: O Eurostat disponibiliza dados actualizados em 21 dos 27 Estados membros e destes 21, em apenas 5 (Bélgica, Irlanda, Espanha, Chipre e Portugal) a taxa de desemprego aumentou.
Facto 4: A taxa de desemprego desceu em 9 países e em 7 manteve-se inalterada.
Facto 5: Ou seja, menos de 1/4 dos países têm taxas de desemprego a subir e cerca de 3/4 dos países da UE têm taxas de desemprego estáveis ou a descer.
Facto 6: Eis o link para ouvir a declaração do Primeiro-Ministro: http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=1608933
Facto 7: Eis o link para consultar os números do desemprego do Eurostat:
http://epp.eurostat.ec.europa.eu/cache/ITY_PUBLIC/3-02072010-AP/EN/3-02072010-AP-EN.PDF

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Uma flor no deserto

13 agosto 2009 :: Guarda-freio: Vìtor Matos


O dados conhecidos hoje sobre a economia portuguesa, a mês e meio das eleições, serão naturalmente usados por José Sócrates como uma flor na lapela. Vamos ouvir falar nesta ténue recuperação de 0,3% como se fosse uns 3%, apesar da quebra em termos homólogos ter sido de 3,7%. Vale uma aposta?

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Pior é possível

17 março 2009 :: Guarda-freio: João Cândido da Silva

O Fundo Monetário Internacional reviu, em baixa, as previsões para a economia mundial. A recessão será global em 2009. Os Estados Unidos comportam-se melhor que a Zona Euro e a contracção de 3,2% na "eurolândia" vai provocar danos mais graves em Portugal.

Na Ásia ficará situado o "oásis" no meio da actual tempestade, com um invejável crescimento médio de 3,6% durante este ano. Um feito notável e surpreendente, tendo em conta as perspectivas anteriores de que aquela região não iria resistir à recessão das economias desenvolvidas.

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