Vi o debate entre Francisco Lopes e Fernando Nobre. O momento alto do frente a frente foi quando os candidatos entraram em compita para saber qual dos dois tinha visto mais desgraças na vida. Fez-me lembrar esta outra competição...
A escolha de Francisco Lopes como candidato à Presidência da República demonstra que, ao contrário do que alguns possam pensar, o PCP é, de longe, o mais democrático dos partidos portugueses. No PCP todos são iguais e tratados como tal – e qualquer um pode ser o candidato do partido ao mais alto cargo da Nação.
Pouco antes do anúncio de quem seria o candidato do PCP a Belém, cruzei-me com esta patusca página no Facebook: "Apoio o candidato do PCP às Presidenciais 2011". A página, criada antes de se saber quem seria o dito candidato, contava, apesar disso, com 1200 apoiantes. Ou seja, gente que vota no candidato do partido, seja ele quem for. Saiu-lhes o "Chico Lopes", o que é perfeito para quem vota às cegas. Podia ter-lhes saído o Rato Mickey, era igual ao litro. (E daí, talvez não... O Rato Mickey ainda é "capitalista" e "imperialista"?)
Adenda: Procurei fotos de Francisco Lopes no Google e escolhi esta. Avisam-me que o do PCP não é este. Does it really matter?
Guarda-freios: João Cândido da Silva Vítor Matos Bruno Faria Lopes Luís Miguel Afonso Pedro Esteves Adriano Nobre Filipe Santos Costa Ana Catarina Santos