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elevador da bica

Mistérios da vida moderna

22 abril 2010 :: Guarda-freio: João Cândido da Silva

Na Avenida 5 de Outubro, no quarteirão anterior ao da loja Altamira, para quem sobre a via, há uma praça de táxis. Excelente. O mistério está no facto de os profissionais do volante gostarem de estacionar em segunda fila quando o espaço que lhes está reservado tem lotação esgotada e, pior, na circunstância de apreciarem ficar na conversa a ocupar a faixa da direita da Avenida ou, até, com as portas dos seus táxis escancaradas, o que dificulta o trânsito.

Por que motivo não fecham as portas e vão conversar para o passeio, já agora num tom mais baixo para não incomodarem a vizinhança? Pela minha parte, faço questão de passar sempre a fazer razia para os forçar a encolherem-se e na esperança, vã até agora, de que percebam a mensagem e mudem de hábitos.

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Mistérios da vida moderna

08 abril 2009 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Primeiro: confundi a Igreja da Encarnação, no Chiado, com a Igreja do Bairro da Encarnação, nos Olivais que de próximo só têm o nome e ficam cada uma na sua ponta de Lisboa. Portanto, não falei com quem devia falar à hora que tinha combinado, e gastei duas viagens de táxi inúteis. Duas não. Uma. Porque a segunda viagem foi, não sei se um mistério, se uma excepção na vida moderna.
O taxista estava a ler um livro (não fixei o título) que conta a história quase toda de África. A seguir ia ler o Equador do Miguel Sousa Tavares. Já tinha lido alguns livros duas vezes, para perceber bem o que lá estava. Conhecia o nome dos generais de Junot, que funções tinham e por que fronteira tinham entrado em Portugal. Debitava datas. Atirava nomes. Conhece? Não... E este assim e assim, sabe quem é? Pois, pois..., respondia eu. "Pois", porque "pois" tanto dá para sim como para não e já se sabe que os taxistas depois páram na praça e lá vai disto, acabei de dar uma lição a um doutor, eles hoje tiram cursos e não sabem nada, eu não estudei e sei mais do que eles, já se sabe que os taxistas falam assim. Parou à minha porta. E passou a contar como fulano de tal tinha entrado no Governo de Salazar, opinou sobre a Igreja e a Inquisição, falou dos militares e da Rádio Renascença depois do 25 de Abril, mais os 90 jornais que ele tem guardados lá em casa, porque há jornais que não se deitam fora, como aquele, mais recente, com a entrevista do general Pires Veloso sobre o 25 de Novembro, ou um velho Correio da Manhã com uma entrevista a Salgado Zenha muito zangado com Mário Soares. Paguei 7.65 euros. Estava uma fila enorme, carros, autocarros parados até ao fim da rua, e o meu historiador a contar histórias. Apitavam.

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Mistérios da vida moderna

26 fevereiro 2009 :: Guarda-freio: João Cândido da Silva

A revista da Deco fez 600 viagens de táxi e detectou diversas irregularidades. Dá conta de uma melhoria no serviço, mas denuncia, ainda, muita roubalheira. Refere, também, que, "na praça do aeroporto [da Portela], permanecem veículos sem distintivos que aplicam tarifários não previstos".

Eu percebo, embora lamente, que a associação do sector não veja nisto qualquer problema e até coloque em causa a credibilidade do trabalho da Deco, protegendo os motoristas que andam por aí a roubar os clientes, sobretudo estrangeiros. O que já não entendo é por que motivo a polícia não actua com mão dura sobre estes malfeitores que dão péssima fama ao país, logo no seu "hall" de entrada.

Mas, enfim, isto parece que até nem é sinal de subdesenvolvimento. Pelo menos, é a sensação com que fiquei desde o dia em que tive que pôr na ordem um taxista de Estocolmo - sim, de Estocolmo, capital desse modelo de civilidade que é a Suécia - que tentou sacar-me umas valentes coroas adicionais numa viagem do porto marítimo local para o centro da cidade.

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