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elevador da bica

Cavaco no funeral ofendia Saramago

20 junho 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

A polémica sobre a ida ou não de Cavaco Silva ao funeral de José Saramago é ou estéril ou hipócrita. Cavaco é Presidente da República e tem deveres como tal. É verdade. Mas coloquemos a questão onde ela reside de facto: a ida de Cavaco Silva ao funeral de Saramago seria uma hipocrisia lamentável. O defunto desprezava-o profundamente. Saramago jamais desejaria tê-lo por perto no último adeus, fosse como Presidente ou apenas na pele de fulano de tal. Quem tem bom senso, não vai a funerais onde a sua presença ofende a memória do defunto.

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Vale tudo

01 junho 2009 :: Guarda-freio: João Cândido da Silva

A oposição não utilizou o "caso Freeport" como arma de arremesso político e fez muito bem. A situação está em investigação, o primeiro-ministro não é arguido e a presunção da inocência tem que ser respeitada pelas instituições democráticas, o que inclui os partidos políticos.

O PS, pelo que se vai escutando e lendo, está-se nas tintas para isto e insiste em revelar uma total falta de escrúpulos na manipulação do "caso BPN" com o objectivo de manchar a actual liderança do PSD e de tentar prejudicar o partido laranja nas eleições para o Parlamento Europeu.

Vital Moreira foi o primeiro a mergulhar no lodaçal, seguiram-se os trauliteiros que estão sempre disponíveis para chegar a lama à ventoinha e agora chegou a vez de Ana Gomes. Não entendem que, ao introduzirem o tema na campanha e da forma demagógica e populista como o fazem, revelam mais sobre a sua hipocrisia e escassez de princípios do que sobre as entidades que querem atingir.

A desonestidade intelectual vai ao ponto de exigirem uma tomada de posição por parte de Manuela Ferreira Leite, sobre quem não recai qualquer suspeita de ligação aos eventos que afundaram o BPN, enquanto se mostram bem menos assertivos e exigentes no que se refere às responsabilidades de Vítor Constâncio, governador do Banco de Portugal e camarada de partido que teve mão mole na prevenção da "roubalheira".

Uma coisa, pelo menos, fica clara. Para estes ilustres protagonistas da vida política portuguesa, vale tudo, desde que tenha a mais leve possibilidade de conquistar votos.

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Cinismo e hipocrisia

19 janeiro 2009 :: Guarda-freio: João Cândido da Silva

Sobre a questão da credibilidade, ou falta dela, de que acusa Manuela Ferreira Leite, José Sócrates revela grande descaramento. Não é preciso fazer um especial esforço de memória para recordar a guinada do primeiro-ministro quando decidiu desistir do novo aeroporto na Ota para adoptar a localização em Alcochete. Isto só para ilustrar, de acordo com os próprios critérios do primeiro-ministro, que a sua credibilidade no campo das decisões sobre grandes obras públicas também deixa muito a desejar.

Quando à alusão aos ataques da líder do PSD aos jornalistas, alegadamente apenas porque as notícias não lhe agradam, trata-se de puro cinismo e hipocrisia. O actual Governo está muito longe de ser caso único. Mas, em matéria de manifestações de desagrado pelo tratamento de assuntos que envolvem o Executivo, pressões, sistema de castigos e prémios a órgãos de comunicação e a jornalistas, a forma de estar de Sócrates e dos seus fiéis em circunstância alguma poderia ser apelidada como correcta e, muito menos, como exemplar. Neste terreno, o primeiro-ministro não tem qualquer autoridade para criticar comportamentos alheios.

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