17 abril 2010
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The city never sleeps. NY. 2008 Etiquetas: fotografia, fotos, Passeios na América, Retratos
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13 abril 2010
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Natureza morta. Waco, Texas, 2008. Etiquetas: fotografia, fotos, Passeios na América, Retratos
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09 abril 2010
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Too hopeful for my shirt. Chicago, 2008 Etiquetas: fotografia, fotos, Passeios na América, Retratos
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06 abril 2010
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Nova Iorque, 2008. Etiquetas: fotografia, fotos, Passeios na América, Retratos
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04 abril 2010
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Bush de papelão lá ao fundo. Crawford, Texas, 2008. Etiquetas: fotografia, fotos, Passeios na América, Retratos
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Chicago Bulls, 2008. Etiquetas: fotografia, fotos, Passeios na América, Retratos
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31 março 2010
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Menina Botero no diner. Phoenix, 2008. Etiquetas: fotografia, fotos, Passeios na América, Retratos
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29 março 2010
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Suporte para nariz, Chicago. Etiquetas: fotografia, fotos, Passeios na América, Retratos
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25 março 2010
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Tempo no metro. Nova Iorque, 2008 Etiquetas: fotografia, fotos, Passeios na América, Retratos
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23 março 2010
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Pssst!! Chicago, 2008. Etiquetas: fotografia, fotos, Passeios na América, Retratos
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18 março 2010
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Chicago, 2008: On Strike! No Strike! Etiquetas: fotografia, fotos, Passeios na América, Retratos
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09 março 2010
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Saint Joseph, Michigan: a igualdade de Dominique e Joseph, dois desempregados numa cidadezinha deprimida com 95% de negros, 2008. Etiquetas: fotografia, fotos, Passeios na América, Retratos
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07 março 2010
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Phoenix, Arizona: apoiante de John MacCain em 2008, na sede-mãe de campanha do candidato republicano. Foi no dia do debate "Joe the Plumber" entre Obama-McCain. Etiquetas: fotografia, fotos, Passeios na América, Retratos
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05 março 2010
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Nova Iorque, 2008. Etiquetas: fotografia, fotos, Passeios na América, Retratos
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04 março 2010
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Phoenix, 2008, quando rebentou a crise.
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01 março 2010
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Chicago, junto ao rio em Novembro de 2008. Etiquetas: fotografia, Passeios na América, Retratos
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03 dezembro 2009
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 Foto: VM É sexta-feira na little town America. George W. Bush vivia num rancho em Crawford. Apesar da fama mundial, o lugar é apenas uma pequena aldeia de 705 habitantes. E esta noite havia um dérbi de futebol entre liceus: os Pirates de Crawford, que tinham sido campeões do Texas (o Texas tem 23 milhões de habitantes), jogavam contra os Bulldogs de McGregor, a vila vizinha, com 10 mil habitantes. Grande festa! Os 705 habitantes estavam nas bancadas a gritar pelos Pirates.
 Foto: VM Há um ano, durante a campanha para as presidenciais, a republicana Sarah Palin apresentava-se invariavelmente como uma hockey mom. Naquela noite, o estádio de Crawford estava cheio de football moms and dads. O público vibrava ali com mais energia do que num Benfica-Sporting. Aquela gente tem espírito de comunidade. As televisões conservadoras estavam sempre a falar dos little town America values, coisa alegadamente abstracta para Obama...
 Foto: VM Imagino que os liceus daqui não sejam muito grandes - embora Bush, Putin e Blair tenham discursado no pequeno liceu de Crawford - mas toda a gente está envolvida na noite de sexta-feira desta América das aldeias. São os alunos que jogam futebol americano, as cheerleaders da escola agitando puffs, gritando Pi-ra-tes! ou do outro lado Ouf! Ouf! Bull-dogs!, e fazendo exibições de ginástica nos intervalos, mais as bandas filarmónicas estudantis. Pirates e Bulldogs têm jogadores, treinador, cheerlears e banda que toca à vez, conforme ataca a sua equipa. No mínimo é animado. E cada aluno leva pais, avós, primos, antigos alunos, professores, tudo atrás. Quando a minha equipa de basquete da secundária lá da vila jogava contra escolas de outras vilas, mobilizava mais ou menos as nossas namoradas e pouco mais. Ali há repórteres de imprensa local, rádios e televisões regionais...
 Foto: VM O problema do futebol americano é entendê-lo. Bem me explicaram as regras, a conquista das linhas, o touch down, mas confesso que entendi menos da coisa do que um americano que vê soccer e não percebe como é que os europeus gostam de um desporto em que raramente se marca um ponto. Ali marcam-se muitos pontos num jogo que aos olhos de um europeu está sempre parado. O rapaz desta foto respondeu a todas as perguntas que lhe fiz com um "Yes, sir! No, sir!" Pensei que era por ele estar a fazer a pré-recruta dos Marines, mas não. No Texas a educação assim obriga.  Foto: VM Prteston Lynn, professor de inglês do liceu de Crawford ajudou-me a parar esta sua aluna para a foto. Conversámos ao longo do jogo. Falou-me dos escritores americanos. Não conhecia nenhum escritor português. Perguntou-me se morria muita gente nos estádios de futebol portugueses por causa dos hooligans. Raio de pergunta. O professor Lynn é um homem afável, conservador e evangélico da Assembleia de Deus que votaria com gosto na evangélica Sarah Palin, mas teria dificuldade em engolir John McCain.
 Foto: VM No fim da noite, os campeões perderam. Os Pirates de Crawford foram cilindrados pelos Bulldogs de McGregor: 42-14. Etiquetas: EUA, fotografia, Passeios na América, Retratos
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21 novembro 2009
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Foto: VM Estava no Michigan, quando soube que Sarah Palin ia dar um comício em Troy, no Ohio. No mapa pareceia perto. Era só atravessar o estado do Indiana. Digitei a morada no GPS: seis horas de estrada. Porreiro, pá. É como de Lisboa a Madrid, nada de especial. Deitei-me às nove da noite e fiz-me à estrada à uma da madrugada...
Foto: VMConduzi a noite toda, a ouvir blues na rádio por satélite. Cheguei a Troy pelas sete da manhã. O frio manteve-me acordado. O povo fazia fila apanhando geada à porta do pavilhão de hóquei no gelo, vedado pelo Serviço Secreto. Palin havia de chegar ao meio dia. Foto: VM Enquanto Palin não chegava, havia uma sósia de Palin a dar entrevistas a todas as televisões regionais. Uma mulher viu-me fotografar e achou que devia avisar-me, pobre estangeiro: "Olhe que esta não é a verdadeira Sarah..."
Foto: VM
Sarah Palin lançou ontem o seu livro Going Rogue, onde ataca o staff de John McCain. Uma espécie de vingança ou ajuste de contas, a preparar as primárias do GOP em 2012. Os conselheiros republicanos criticaram a candidata a vice-presidente durante a própria campanha, através de fugas para a imprensa, por ela fugir à mensagem delineada - com gaffes e tiradas polémicas que acabavam por beneficiar Obama. A verdadeira Sarah havia de chegar no meio de uma onda de comoção. Os políticos americanos são recebicos pelo povo como estrelas de rock. Em Troy, Palin discursou meia hora e passou uma hora a dar autógrafos, beijocando e falando com toda a gente sempre em pose de miss de liceu, cercada por agentes do Serviço Secreto. Só houve um interveniente com mais aplausos que a candidata: uma estrela de country, que tocou antes do discurso paliniano, e que gritou "I believe um Jesus Christ!"
Foto: VMA outra estrela entre o povo republicano, era, claro, o First Dude do Alaska. A mulher apresentou-o assim, e desfiou-lhe o currículo de pescador, caçador e campeão de corridas de trenó. É o verdadeiro Amor no Alaska. Fotos: VMEstes dois amigos, republicanos até à medula, explicaram-me por que jamais votariam democrata. Primeiro, os democratas defendem o aborto e querem matar bebés; segundo, jamais votariam em quem lhes quisesse limitar o direito de possuir armas; terceiro, Obama é um socialista que quer transformar os Estados Unidos na União Soviética... Foto: VM
Os comícios têm grande produção e aparato. Este ano as duas campanhas do PS - para as europeias e legislativas - não deviam nada ao aparato, conceito e organização dos comícios norte-americanos. Foto: VMIr ao comício é como passar uma tarde no baseball ou no futebol. É um espectáculo para a família. Foto: VM
Foto: VMEtiquetas: EUA, fotografia, Palin, Passeios na América, Retratos
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15 novembro 2009
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Foto: VMKeith Lynch, o texano vizinho de Bush, levou-me então ao rodeo, em Waco. Primeiro, passei três horas na caravana dele, do tamanho de um camião TIR, a escrever o texto para mandar para Lisboa. À hora do rodeo, entrámos no recinto pela sala onde os cowboys se preparavam.
Foto: VMNo balneário, uns cowboys apreciam fotografias do último rodeo num computador portátil. Outros, concentram-se. Rezam. São atletas de um desporto de alto risco. Não sabem o que lhes pode acontecer dali a minutos. Podem partir-se todos. Ou podem ganhar um prémio superior a 40 mil dólares.
Foto: VM Antes do espectáculo começar jura-se a bandeira dos Estados Unidos, canta-se o hino e reza-se a um Deus abstracto. O speaker congratula-se por viver num país onde todos podem rezar juntos, mesmo que tenham religiões diferentes.
Foto: VMO rodeo é uma competição, um espectáculo, uma festa. Os americanos têm uma noção de entretenimento muito mais apurada do que os europeus. Homens de borracha montam cavalos e touros. Aquilo não parece humano. Foto: VMEtiquetas: EUA, fotografia, Passeios na América, Retratos
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12 novembro 2009
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Foto: Vítor MatosKeith Lynch e a mulher são vizinhos de George W. Bush. O seu rancho em Crawford está na família desde o tempo do seu avô alemão, e faz fronteira com o de Prairie Chapel, do ex-presidente dos Estados Unidos (que no momento desta foto ainda o era). Lynch é um velho cowboy de 70 anos que andou por rodeos enquanto jovem a laçar vacas, cristão metodista como Bush e Democrata ao contrário do vizinho, porque os pais, dizia ele, aprenderam com a Grande Depressão que os Democratas tinham sempre de acudir para corrigir as asneiras dos Republicanos. Milionários de Dallas ofereceram-lhe fortunas pelo rancho só para dizerem que eram vizinhos de W., que no início da presidência ainda passava de carro e parava para ver Lynch ensinar os cães a guardar ovelhas, ou para o observar em manobras a cavalo conduzindo gado. Depois do 11 de Setembro, Bush deixou de passar na estrada. Vinha sempre de helicóptero. Em meia hora fiz um amigo. Ao fim dessa meia hora de conversa, em que comi um delicioso hamburguer de barbecue e uma estranha cerveja sem álcool, meteu-me no seu truck, um jipe enorme e potente e levou-me para um rodeo em Waco, a 30 quilómetros de Crawford. He's never been to a rodeo before!, dizia ele aos amigos com um profundo sotaque mastigado do Texas, enquanto me apresentava como uma raridade e me sentava num lugar de luxo para ver o que são cowboys a sério. Etiquetas: EUA, fotografia, Passeios na América, Retratos
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Tudo o que sobe também desce
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