<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/platform.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar/37878389?origin\x3dhttp://elevadordabica.blogspot.com', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>
elevador da bica

Olha, olha...

11 outubro 2010 :: Guarda-freio: FSC

O dr. Marco António ainda não chegou a ministro, mas já contratou os seus Abrantes. Aí estão eles, a trabalhar para as caixas de comentários...

Etiquetas: ,

Eu que me comovo por tudo e por nada

29 setembro 2010 :: Guarda-freio: FSC

No momento em que posto este texto é meia noite de 30-09-10. Passaram 4 horas sobre o anúncio de José Sócrates de que "chegou o momento de agir". Esta rapaziada ainda nem piou. É comovente. Por momentos quase acredito que eles pensam mesmo aquilo que têm andado a escrever este tempo todo.

Etiquetas: , , ,

A corporação distraída

04 julho 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

O João Magalhães, da Câmara Corporativa, remete para esta intervenção do Pedro Adão e Silva na TVI, a contestação dos números do desemprego que a Ana Catarina refere aqui. Ora eu ouvi o Pedro Adão e Silva a explicar a metodologia do Eurostat, mas ouvi-o até ao fim e fiquei convencido de que, se o João Magalhães tivesse feito a mesma coisa, não teria linkado a intervenção do especialista (autor do Léxico Familiar). Ele explica muito bem o dramatismo da situação do emprego em Portugal, ao contrário do oásis de notícias "que amanhã não saem nos jornais" com que os queridos Abrantes nos brindam sempre que podem.

Etiquetas: ,

O nível do cão do Abrantes

09 maio 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

O Miguel Abrantes justifica aqui a louvável "tomada de posse" realizada pelo deputado Ricardo Rodrigues, com um nível de contorcionismo só possível a certos invertebrados.

Primeiro, coloca de forma enviezada o enfoque no furto dos gravadores. Mas o sr. Rodrigues tomou posse dos ditos, não para os vender na Feira da Ladra ou por ser cleptómano, mas para impedir a publicação da entrevista. E isso ele não podia fazer, pelo menos desta maneira. Podia ir embora, dar a entrevista por terminada, podia tentar uma providência cautelar e até processar os jornalistas. Mas fugir com os gravadores sem avisar?!.

Segundo: o Abrantes classifica o "nível deontológico" dos jornalistas como "abaixo de cão". Ora eu gostava de conhecer o nível do cão do Abrantes, que deve adorar aqueles jornalistas bem comportados (e eu conheço alguns) que mandam as perguntas antes das entrevistas para as fontes pensarem bem nas respostas, e que depois enviam as respostas aos ditos para as autorizarem (há assessores tão habituados a isto que nos levam a mal quando recusamos enviar entrevistas e até declarações de ministros para eles reverem...). O Abrantes gosta de jornalismo de reverência, de jornalismo manso, desde que seja para o lado dele, claro.

O cão do Abrantes, watchdog dos interesses do PS, detesta aquilo que deve ser o jornalismo: watchdog do poder. O jornalismo que incomoda, que duvida, que põe em causa, que confronta, isso é de um nível deontológico abaixo de cão.

Um senhor deputado que manteve relações muito próximas com gente nada recomendável, que foi advogado, procurador e sócio de uma senhora que está presa por burla, não pode ser incomodado com essas perguntas, porque os tribunais já decidiram? Uma coisa é o que os tribunais provaram. Outra é o jornalismo, que também pode e deve duvidar das decisões dos tribunais (um clássico do jornalismo são os artigos sobre inocentes que afinal são culpados, ou sobre os condenados que afinal estavam inocentes). E além disso há a questão política: um deputado profundamente envolvido com gente assim tem idoneidade para representar a nação, ou para fazer as críticas que fez a João Cravinho? Não devemos fazer essas perguntas para não incomodar o nível deontológico do cão do Abrantes? A questão que pôs fim à entrevista coloca-se no mesmo âmbito: Ricardo Rodrigues abandonou o Governo Regional por causa da questão da pedofilia, portanto, a questão teve efeitos políticos que foram graves - no entanto, para o Abrantes, não é aceitável que um jornalista coloque uma questão sobre o assunto...

É claro que se compreende a vergonhosa reacção do PS ao manter a confiança no deputado: tendo em conta todas as histórias que envolvem o primeiro-ministro, eles não podem deixar cair ninguém. Se abrem uma excepção e deixam cair um, nunca se sabe onde é que a coisa pode chegar. É triste que o abstracto Miguel Abrantes venha defender o sr. Rodrigues com os argumentos do seu post, defendendo que jornalistas mansos é que são deontologicamente correctos.

O cão do Abrantes devia ter vergonha do dono.

Etiquetas: , ,