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elevador da bica

Um incómodo chamado BPP

06 janeiro 2011 :: Guarda-freio: J.

Escutei, com muito interesse, Nuno Artur Silva pronunciar-se, hoje, na TSF, sobre a campanha de publicidade que o BPP manteve durante anos na revista do "Expresso" e em que participaram muitas figuras públicas do país, incluindo algumas que criticam a "economia de casino" e a "especulação financeira" em que, certamente, incluiriam entidades como aquele banco entretanto falido.

Não vejo qualquer mal em que uma pessoa como Manuel Alegre, Nuno Artur Silva ou outra, escreva um texto sobre a sua relação com o dinheiro para ser inserida num espaço de publicidade a uma instituição financeira ou outra qualquer. Não é por este facto que passam a ser responsáveis por actos de má gestão ou de legalidade duvidosa praticados pela entidade em causa.

O que já acho estranho é assistir a tentativas de disfarçar o indisfarçável. Isto é, escutar alguém a comparar o espaço publicitário em causa com o patrocínio de uma marca a um espaço editorial. São realidades diferentes, como é óbvio, a não ser que se queira lançar poeira nos olhos da opinião pública.

Uma situação é a de uma marca se disponibilizar para patrocinar uma rubrica ou uma secção de um jornal ou um programa de rádio ou tv. Outra, bem distinta, é a situação em que uma marca convida alguém a escrever um texto para figurar numa inserção publicitária a publicar num jornal, como foi o caso do BPP.

O que fica mal não é Nuno Artur Silva ter escrito para um espaço de promoção do BPP, mas tentar agora vender a tese de que as duas páginas de publicidade ao banco que surgiam na "Única" eram outra coisa qualquer. De resto, a campanha era bastante feliz porque muitos dos textos que nela figuraram eram de grande qualidade. Mas lá que se tratava de um espaço publicitário e não de um espaço editorial com um patrocinador, não restam quaisquer dúvidas.

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Leituras de Verão

05 agosto 2010 :: Guarda-freio: J.


Quarenta ideias fantásticas para campanhas de publicidade. Ver tudo aqui.

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Simply Roger!

03 junho 2009 :: Guarda-freio: Luís Miguel Afonso

Finalmente, Roger Federer arranjou um treinador. Depois de todos os comentadores e fãs terem passado os últimos meses a implorar que Federer arranjasse orientação física/técnica/psicológica em consequência dos seus pobres resultados, o tenista suiço decidiu dar ouvidos à malta. Esperemos que isso o ajude a ganhar Roland Garros e a assegurar o seu lugar como o melhor jogador de ténis de todos os tempos (igualando o record de Sampras de 14 grand slams, mas conseguindo algo que o americano nunca conseguiu: ganhar em Paris).



A propósito de ténis, hoje faz anos o grande Rafa. Parabéns Nadalek (é assim que os amigos lhe chamam)!

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Claro que não

20 março 2009 :: Guarda-freio: João Cândido da Silva

Para escapar à polémica do anúncio à Antena 1, Augusto Santos Silva disse não se pronunciar sobre questões editoriais da estação de rádio. Fica esclarecido que, de acordo com o ponto de vista do ministro que tutela a comunicação social, uma promoção publicitária é uma questão editorial. E fica a saber-se, também, que Santos Silva não se pronuncia sobre questões editoriais da Antena 1, mas apenas sobre questões editoriais de outros orgãos de comunicação.

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Sugestão à Antena 1

:: Guarda-freio: João Cândido da Silva

Na sequência deste anúncio, sugiro à Antena 1 que faça outro dedicado aos incómodos provocados aos automobilistas lisboetas pelas obras no Terreiro do Paço. E que tentem entrevistar um motorista de táxi, que uma vez conheci, que defendia o arranque do passeio e das árvores da Avenida da Liberdade para colocar asfalto e arranjar, assim, mais espaço para os carros circularem. O problema, bem sei, é que também ficaria mais espaço livre para ser preenchido por eventuais manifestantes. Mas, enfim, não há soluções perfeitas.

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