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elevador da bica

Boa notícia

12 outubro 2010 :: Guarda-freio: Luís Miguel Afonso

A amazon.co.uk acaba de colocar Portugal no mapa dos portes grátis. A partir de Outubro, as compras superiores a £25 passam a ser enviadas para o nosso país sem custos adicionais. Isto é o que se chama uma resposta à altura a esta crise que a todos nos afecta. Saiba mais sobre o Super Saver Delivery aqui.

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Lido no Elevador

13 agosto 2010 :: Guarda-freio: FSC

"(...) daria[-nos] algum prazer imaginar que numa legislatura, apenas numa, como experiência, o orçamento da Assembleia da República fosse trocado pelo do Teatro S. Carlos e vice-versa."

Excelente texto no Público, sobre a "visão" cultural do dr. Pacheco Pereira, escrito por António Pinto Ribeiro - não o ex-ministro da Cultura, mas o que é programador cultural e percebe de cultura.

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O problema é o graveto

11 maio 2009 :: Guarda-freio: João Cândido da Silva

Hoje, no P2, com a edição do "Público", vale a pena ler a peça sobre o Ministério da Cultura e o actual ministro. O balanço que é feito sobre os titulares do cargo que sucederam a Manuel Maria Carrilho é subjectivo. Corresponde, simplesmente, ao olhar de quem assina o texto.

O mais interessante de "A maldição do Ministério da Cultura" está em três citações de subscritores de um manifesto que está por aí a ser cozinhado. A primeira é de Raquel Henriques da Silva.

A antiga directora do Instituto Português de Museus diz: "não somos a corte de Carrilho, nem temos um ministro na manga". Lendo, na mesma edição, a crónica de Rui Tavares sobre os perigos e as consequências de se tentar afirmar alguma coisa escolhendo a via da negação, parece poder concluir-se que a corte existe mas não quer ser percepcionada como tal ou que, pelo menos, ao negar a sua existência coloca toda a gente a pensar que ela existe porque, caso contrário, não necessitaria de ser negada.

O mesmo se pode dizer sobre Carrilho. Não há ministro na manga ou há mas convém evitar a colagem? Como os subscritores do manifesto querem fazer política, no sentido de influenciar decisões, talvez haja ministro na manga. Se não, porquê avisar logo à partida que não é a isso que vêm?

A respeito da substância dos problemas de que os "agentes" culturais se queixam, aperecem as citações mais certeiras. Uma, de Rui Vieira Nery, que resume, muito bem, o problema da relevância ou irrelevância do Ministério da Cultura e de quem quer que seja o seu titular: "O Ministério não tem dinheiro e essa é a questão central". Primeiro tiro no alvo.

Outra, é de Pedro Abrunhosa e complementa a de Rui Nery. O músico sublinha o facto de o actual Governo ter dotado o Ministério da Cultura com o "mais baixo orçamento de sempre" e pergunta se a solução não passará "pela mudança pura e simples, do primeiro-ministro". É uma apreciação consequente. Se quem define as prioridades e o dinheiro que lhes é atribuído é o primeiro-ministro, o problema essencial pode não estar no Minitério da Cultura mas um pouco mais acima.

Vamos ver se o manifesto, além de reclamar uma fatia mais abundante do Orçamento do Estado, se fica pelo queixume calculista ou se vais mais além.

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O Manel Maria não é tonto

27 março 2009 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Eu queria ter escrito um post anteontem a dizer isto, mas o ministro da Cultura adiantou-se:

«O Dr. Manuel Maria Carrilho podia ter feito essa intervenção [críticas à política cultural do Governo] antes de ter sido nomeado embaixador: teríamos mais tempo para conversar»
José António Pinto Ribeiro, no Jornal de Negócios de hoje

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