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elevador da bica

Amado amado por Portas

26 julho 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Paulo Portas acaba de relançar a sua ideia de coligação tripartida PS-PSD-CDS num quase monólogo com o Mário Crespo na SIC-N. No meio do solilóquio  fez um enormíssimo encómio a Luís Amado, e daqui se depreende quem ele acha que deveria substituir José Sócrates na chefia do Governo para constituir a plataforma de salvação nacional. Também disse que depois de três anos desta coligação nenhum dos líderes devia recandidatar-se nas legislativas.

Três notas:
- elogio de Portas a socialista é vitupério, portanto para além de já ser o ala direita do PS, Amado passa a ser visto pelo PS como um extremo-direito;
- os líderes do Bloco Central que saíssem jamais voltariam à liderança do seu partido, mas quanto a Portas seria sempre uma questão em aberto...
- Portas disse que teve muito orgulho de ter sido ministro de Estado. Que raio, e ministro da Defesa?

PS: Portas continua a falar... sozinho no seu comício na SIC. Se aquilo é uma entrevista, vou ali e já venho!

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A culpa é toda dos CDS

04 maio 2010 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

No dia em que Paulo Portas vai a Belém falar com Cavaco Silva sobre a crise, quem anda a lixar Portugal nos mercados são os CDS. Ai o significado da sigla é diferente? Pois. Mas o CDS também nunca foi do centro democrático social.

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Renovação na continuidade

18 janeiro 2009 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Neste renovómetro feito pelo Filipe Santos Costa no Expresso prova-se que a renovação de Paulo Portas é retórica. Parece-se com as renovações do Comité Central do PCP: muda-se para ficar tudo na mesma, ou há uma aparência de mudnaça, mas já estavam todos lá antes de lá estarem. O núcelo duro do CDS é composto pelo próprio Portas, mais portismo mais ou menos recente, mais portismo muito clássico, mais portismo radical, mais portismo... viva a grande coligação dos portismos! A direita assim afunila-se.

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Na cabeça de Portas

17 janeiro 2009 :: Guarda-freio: Vìtor Matos

Parece estranha a estratégia de Paulo Portas, repetindo que não fará coligações nem acordos parlamentares com ninguém. Nem PS nem PSD. Chama-lhes República do Bloco Central e finge, de modo extraordinário, que nunca esteve coligado com o PSD. Portas diz agora mais ou menos isto: Ninguém sabe o que é o PSD nem no que o PSD vai dar. Mas vamos por partes. O que Portas anda a pensar não deve andar longe disto:

1- Não pode dizer que está disponível para governar com o PSD, porque o PSD será muito provavelmente derrotado nas legislativas e de nada serve associar-se um morto político. Se o partido e a liderança do PSD têm fim anunciado, então mais vale estar sozinho e não ser arrastado pela derrota dos outros.

2 -O que ganharia Portas ao dizer que estava ao lado deste PSD ou de um PSD qualquer? Pouco. Se uma coligação à direita fosse uma quase certeza, tanto fazia votar no CDS ou no PSD. E com o enfraqueciemento do PSD, Portas quer atrair mercado eleitoral para um CDS responsável, previsível, e com trabalho parlamentar que se veja. Ora, neste contexto de esfrangalhamento dos sociais-democratas, o CDS só ganha criando distância.

3 - Uma coligação entre o PS o CDS seria muito difícil explicar ao eleitorado do CDS (mas talvez fosse impossível a Sócrates justificá-lo aos militantes do PS). Portanto, se quer que o seu partido conte para alguma coisa, Portas terá de se colocar como o fiel da balança no Parlamento para viabilizar as medidas de um Governo minoritário do PS, ora votando a favor, ora abstendo-se mediante a negociação de contrapartidas caso a caso. Portas não fará acordos de incidência parlamentar com Sócrates, pelo menos que sejam públicos. Aprovará e rejeitará as medidas do Governo do PS à la carte. Justificará ao seu eleitorado que assim evita uma deriva de esquerda no País, evitando que o PS seja obrigado a negociar com o BE ou o PCP. Ao mesmo tempo, tornará o PSD irrelevante. E ele será o fiel da balança e o seguro de vida de Sócrates, sempre a rezar à Nª Srª de Fátima para que o PSD e o PS nunca se entendam.

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