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elevador da bica

Sete para Isaltino

É a primeira vez que se vê uma coisa assim. Há uns dias, escrevia aqui sobre Nossa Senhora de Felgueiras, pensando que Isaltino ia pelo mesmo caminho da absolvição ou da pena suspensa. Afinal são sete anos de prisão efectiva e perda de mandato na câmara. A Justiça não funciona apenas quando condena, mas desta vez parece que funcionou. Seria positivo que isto fosse um sinal.

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“Sete para Isaltino”

  1. Blogger Bruno Faria Lopes disse:

    Só pelo meu espanto percebi o inédito da situação... Pergunto: como é possível ir a eleições? Vai ganhar, não tenho grandes dúvidas...

  2. Anonymous Anónimo disse:

    Para o Victor, a justiça só funciona quando vai de encontro às suas convicções, que, já agora, são as convicções formadas em bloco pela carneirada da comunicação social.

    Ele achava que tanto a Felgueiras como o Isaltino eram dois bandidos, baseando a sua opinião em noticias de jornais. Não numa leitura responsável dos processos, mas apenas na leiura dos jornais.


    Interessante perspectiva. Muito pouco democrática, diria mesmo um pouco Salasarista. Só quenos dias de hoje a justiça faz-se na praça pública pelas mãos dos nossos respeitaveis jornalistas.

  3. Blogger Vìtor Matos disse:

    Como jornalista e cidadão tenho noção de duas coisas: os tribunais não são infalíveis, são um poder tão sagrado como os outros poderes - ou seja, de sagrado nada têm e podem ser postos em causa como os outros - e tanto podem condenar inocentes como ilibar culpados. O problema é que em Portugal, quando se trata de políticos ou de um certo tipo de crimes, costuma acontecer mais a segunda hipótese.

    Os visados são sempre inocentes. Os processos são sempre por eles considerados políticos. E os tribunais não condenam, não por os considerarem inocentes, mas por não terem certeza absoluta da prova para condenar - o que é diferente.

    E não se esqueça de uma coisa, sr. Anónimo, porque eu meto o nome debaixo das minhas opiniões, nem a Justiça faz jornalismo nem o jornalismo tem de fazer justiça. Nem têm de ser coincidentes.