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elevador da bica

Um cozinheiro céptico?

O café/restaurante "Magnetic", na Conde Valbom, em Lisboa, tem detalhes de serviço hilariantes pela sua rigidez irredutível. No domingo passado, por volta das três horas da tarde, qualquer pedido a partir da lista tinha um tempo de espera de, pelo menos, vinte minutos. Em alternativa, quem não pudesse, ou não quisesse, esperar, teria que resumir a escolha a uns quantos salgados, a única oferta que estava disponível.

Havia uma greve? O fogão estava avariado? A cozinha estava em obras? O pessoal estava na praia? Não. Acontecia, simplesmente, que o cozinheiro tinha ido almoçar fora. É justo reconhecer que os cozinheiros também têm direito a tomar as suas refeições onde bem entenderem. Mas já é um pouco estranho que um estabelecimento que promete servir a toda a hora se deixe ficar descalço, e perca negócio, por não funcionar de forma a evitar vazios como este.

O mais importante, porém, está na seguinte questão: por que foi o cozinheiro do "Magnetic" almoçar fora, deixando os clientes pendurados? Se quis, apenas, variar, está tudo bem. Se optou pela concorrência ou por ir a casa é que há razões para começar a desconfiar. Se o próprio cozinheiro não aprecia aquilo que faz, quem vai apreciar?

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“Um cozinheiro céptico?”

  1. Blogger AT disse:

    Experimenta pedir um chá e duas chávenas. "O chá é só para uma pessoa, não trazemos outra chávena" :)

    Ana

  2. Blogger Vìtor Matos disse:

    lol. Mas se queres mesmo gerar a confusão no Magnetic, experimenta pedir uma sandes de salmão em baguete de sete sementes. Tem baguete de sete sementes? Sim. Tem salmão? Sim. Então, traga-me uma baguet em pão de sementes! Não. Porquê? não está na carta. Não faz mal, eu pago o mais caro. A patroa não deixa. É genial! Mas eu percebo porque é que o cozinheiro almoça fora...