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elevador da bica

Nó cego

Paulo Portas sugeriu ontem no debate sobre o Estado da Nação uma coligação de Bloco Lateral do centro-esquerda à direita (PS-PSD-CDS) para salvar a pátria, colocando José Sócrates fora da equação. Ofereceu-se para dar o nó, apresentou dote, preferia era outro noivo da mesma família. Sócrates reagiu ironizando que nunca tinha visto um deputado a oferecer-se assim para o Governo. Já se esqueceu de quando ele próprio fez de Carochinha logo a seguir às eleições e convidou todos os partidos a São Bento para um "arranjinho", aos quais perguntou se queriam casar com o PS, obviamente para não dar o nó com nenhum. Dessa vez, Portas recusou o concubinato. Agora deseja-o. O PSD prefere esperar, deixando o PS apodrecer com a situação, para depois conquistar a máxima quota de poder possível. As várias estratégias são legítimas, mas perigosas. As presidenciais atrapalham tudo. Os prazos definidos na Constituição dão um nó cego no país. O Governo vai arrastar-se penosamente até ao Verão, se não cair antes. Uma crise política em cima das eleições presidenciais, por exemplo por altura do Orçamento, punha uma crise política em cima de outra crise política em cima de uma crise económica e financeira. Tão depressa ninguém desatará o nó se ninguém der o nó. Isto não vai no bom caminho.

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