<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d37878389\x26blogName\x3dElevador+da+Bica\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLUE\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://elevadordabica.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://elevadordabica.blogspot.com/\x26vt\x3d8544793576954813379', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>
elevador da bica

Teixeira dos Santos julga-nos tolos


Teixeira dos Santos é tão sério como se a Maya só conseguisse ler nas cartas o que aí vem de bom. Quando a crise rebentou, o ministro das Finanças parecia aquele general de iraquiano que negava a derrota na guerra quando já se ouviam rolar os tanques americanos em Bagdade. Em Outubro, o Lehman Brothers já tinha falido e mesmo com as sirenes a soar em todo o mundo, o Governo apresentou um orçamento como nada se passasse.

Hoje, Teixeira dos Santos já faz previsões. E faz previsões a longa distância. Consegue prever a retoma com mais facilidade do que a bola de neve da crise. Disse assim: "Quero crer que estamos mais próximos do fim da crise do que do seu início". Toma-nos por tolos. Estamos é mais perto das eleições do que quando a crise começou...

Etiquetas:

“Teixeira dos Santos julga-nos tolos”

  1. Blogger Bruno Faria Lopes disse:

    É a gestão política da crise – a ilusão de que, quebrada a confiança no que o ministro diz (depois do atraso com que reconheceu os problemas), as pessoas vão acreditar em anúncios de fim de crise. Falta de credibilidade à parte, a proximidade das eleições e as dificuldades na vida quotidiana (que se vão agravar antes de melhorar – o desemprego é uma variável atrasada, por exemplo) fazem com que estas palavras surjam como tanga política.

    Uma ressalva apenas: de facto, o ministro estava a reagir a indicadores que (como o FT traz hoje em manchete) sugerem que o pior da crise já terá passado. A incerteza é ainda grande, claro, mas os sinais são positivos. Isto também faz parte da realidade – e é importante dizer às pessoas como é que no mundo as coisas estão a evoluir. O problema é quando já não há credibilidade para tal – ou quando as pessoas já não querem ouvir.