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elevador da bica

Especulação sobre o Bloco Central

Se nenhum dos dois partidos tiver maioria absoluta nas próximas eleições legislativas, poderá não haver outra saída para PS e PSD que não seja a reedição do Bloco Central. Até porque a situação das finanças públicas e da economia vai ser demasiado grave para ficar exposta à fragilidade de um Governo minoritário, caso os socialistas, presumíveis vencedores de acordo com as sondagens actuais, não quiserem ou não tenham condições para fazer alianças com o CDS ou com um dos partidos da extrema esquerda.

No primeiro caso, Sócrates arriscar-se-á a ter que enfrentar uma forte oposição interna da ala esquerda do partido. Em qualquer dos segundos casos, afrontará uma boa parte dos eleitores que confiam no lado mais social-democrata, moderado e menos esquerdista do PS.

Por motivos tácticos, não convém a socialistas e sociais-democratas admitirem a possibilidade de uma coligação semelhante à que conduziu os destinos do país entre 1983 e 1985. Seria uma forma de reconhecerem antecipadamente o falhanço dos seus objectivos eleitorais, o que poderia ter um efeito desmotivador sobre os eleitores que terão de tentar conquistar durante os próximos meses.

Admitindo que Sócrates não se demite da liderança dos socialistas caso não consiga alcançar uma nova maioria absoluta, será interessante perceber quem poderá ter de "engolir o sapo" do lado do PSD. Perdidas as eleições, Manuela Ferreira Leite será susbtituída. Paulo Rangel e Pedro Passos Coelho já assumiram publicamente estar contra o Bloco Central, o que tornará difícil, mas não impossível, a sua reedição caso um deles seja o sucessor de Ferreira Leite. Rui Rio ainda não se comprometeu. Será o autarca do Porto a fazer o papel de Mota Pinto de José Sócrates?

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