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Desemprego e tropa


O desemprego pode ser uma boa notícia para o Exército profissional.


Neste momento, segundo os últimos dados do INE, há 20% de desempregados com idades entre os 15 e os 24 anos, ou seja, a base de recrutamento das Forças Armadas.


Segundo soube ontem, o número de jovens que se foram oferecer ao Exército aumentou 27% em relação a 2008, embora as incorporações não tenham crescido. Se um em cada cinco jovens está no desemprego, é natural que olhem com interesse para uma instituição que ali está de portas abertas para os empregar, embora nem toda a tropa seja exactamente um emprego.


O paradoxo é extraordinário: o voluntariado aumenta, ao mesmo tempo que os incentivos desaparecem ou se reduzem. O Governo do PS acabou com metade do subsídio de reinserção, que para um soldado de regresso à vida civil podia chegar aos 10 mil euros ao fim de seis anos, e agora não atinge os 5 mil. As vagas na GNR também já não são exclusivas para ex- contratados do Exército. O maior incentivo hoje é a necessidade.

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