<body><script type="text/javascript"> function setAttributeOnload(object, attribute, val) { if(window.addEventListener) { window.addEventListener('load', function(){ object[attribute] = val; }, false); } else { window.attachEvent('onload', function(){ object[attribute] = val; }); } } </script> <div id="navbar-iframe-container"></div> <script type="text/javascript" src="https://apis.google.com/js/plusone.js"></script> <script type="text/javascript"> gapi.load("gapi.iframes:gapi.iframes.style.bubble", function() { if (gapi.iframes && gapi.iframes.getContext) { gapi.iframes.getContext().openChild({ url: 'https://www.blogger.com/navbar.g?targetBlogID\x3d37878389\x26blogName\x3dElevador+da+Bica\x26publishMode\x3dPUBLISH_MODE_BLOGSPOT\x26navbarType\x3dBLUE\x26layoutType\x3dCLASSIC\x26searchRoot\x3dhttp://elevadordabica.blogspot.com/search\x26blogLocale\x3dpt_PT\x26v\x3d2\x26homepageUrl\x3dhttp://elevadordabica.blogspot.com/\x26vt\x3d8544793576954813379', where: document.getElementById("navbar-iframe-container"), id: "navbar-iframe" }); } }); </script>
elevador da bica

A crise do Estado

Nunca António Borges imaginou que ia chegar tão cedo ao poder em Portugal. Depois da tentativa falhada de entrar pelos canais formais, oficiais, de acesso ao poder, ou seja pelo interior do sistema político através dos partidos políticos (neste caso o PSD) e do voto, Borges tem agora a porta escancarada para entrar (e mandar) em Portugal através de canais alternativos de acesso ao poder. António Borges foi nomeado Director do Departamento Europeu do FMI, que está com um pé (ou os dois) em Portugal.
Esta é uma perversidade grave do sistema político, não apenas o português. E é, mais grave ainda, uma subversão da democracia representativa e do poder dos Estados. A ascensão e cada vez maior domínio dos meios não representativos e, como tal, não democráticos, de acesso aos órgãos de poder político em nações soberanas como a nossa, são preocupantes e deviam merecer uma reflexão colectiva urgente.
Quem escolheu os homens do FMI? Quem votou neles? Que interesses representam? Por que mandam em Estados independentes? A que leis obedecem? Qual a Constituição que defendem? Quem os fiscaliza?

Etiquetas:

“A crise do Estado”

  1. Anonymous Pedro Rocha disse:

    Quem escolheu os homens do FMI? Quem nos empresta dinheiro
    Quem votou neles? Quem nos empresta dinheiro

    Que interesses representam? Os intresses de quem nos empresta dinheiro

    And so on.

    Embora perceba o que diz, está a inverter o ónus. è perfeitamente normal que quem empresta quer saber como vai ser gasto e se vai ser recuperado.
    Se não queremos cá o FMI temos a opção de não lhes pedir dinheiro emprestado. Esta solução não vai ser imposta por ninguem.... Só que está é melhor que a alternativa: Falência.


    Btw, o primeiro paragrafo é... Borges não criou uma crise em portugal para vir para cá. Calhou ser ele a chefiar no FMI.
    Dizer que ele tentou pelas vias democráticas e falhou e que por isso vem no FMI é um raciocínio lógico sem sentido. (embora admita que não era esse o raciocínio que queria fazer foi esse que passou a ler o seu texto.)