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elevador da bica

CDS de mentol

Talvez por estarem animados pela época que assinala o início do ano lectivo, os alegres deputados do CDS-PP estrearam-se na Sala do Plenário da Assembleia da República com um ar e uma atitude joviais. Na Comissão Permanente desta quinta-feira, em que se fazia o debate sobre vários temas sérios para o país, como a execução orçamental, as prestações sociais e o desemprego, a linha da frente da equipa de Paulo Portas parecia estar no primeiro dia de aulas de uma escola secundária.
Os deputados Cecília Meireles, Nuno Magalhães e Teresa Caeiro, pelo menos estes, mastigavam alegremente pastilhas elásticas enquanto o líder da bancada, Mota Soares, tentava passar a mensagem do partido. Mota Soares bem se esforçava, mas os olhares e atenções teimosamente não conseguiam descolar daqueles movimentos mecânicos dos maxilares dos parlamentares. E mastigavam e mastigavam… Umas vezes, distraídos, de boa aberta; outras, de lábios colados.
O entretenimento oral dos deputados do CDS era intercalado com sorrisos e pontuado aqui e ali com os obrigatórios “muito bem!”, podendo visualizar-se a bolinha branca que, com a língua, empurravam para o lado, junto aos molares, para proferirem tais palavras de incentivo ao discurso. Quase que juro que consegui ver um pequeno balão branco de pastilha a sair da boca do deputado Nuno Magalhães, revelando uma habilidade e destreza de sopro extremas.
O acto em si não é ilícito, é certo. Mas creio que os deputados deviam prestar alguns esclarecimentos. Desde logo, se as ditas seriam “Tridente”…

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