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Na China, a partir do zero

"Queremos mostrar aquilo que Portugal é hoje. Por causa de Macau, os chineses têm uma visão de uma indústria portuguesa tradicional. Portugal é isso, mas não é só", considerou Basílio Horta [à agência Lusa].

Na minha epidérmica experiência profissional na China uma das coisas que aprendi foi esta: os chineses não têm qualquer visão sobre Portugal ou a indústria portuguesa. Na China, e excluíndo o fenómeno Cristiano Ronaldo, o nosso país tem uma imagem praticamente nula.

Se pensarmos que em muitos países a imagem portuguesa é ainda negativa – no sentido em que é associada a emigração, ao atraso e ao sul, motivando essas campanhas inanes da "Europe's West Coast" – a ignorância da China até é uma coisa boa. Dá para começar com uma folha quase limpa.

E começar com uma folha limpa significa entrar pelo lado da cultura e da identidade, ao mesmo tempo que se mostram as empresas do «Portugal moderno». No nosso país insiste-se em dois erros na abordagem à China: sobrevaloriza-se a ligação a Macau e subvaloriza-se a promoção da língua e da cultura do país.

Nisto, os franceses têm muito que ensinar.

“Na China, a partir do zero”