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elevador da bica

Os revolucionários que se tornam clássicos


Há concertos a que não se deve assistir a seguir a determinados concertos. Ontem à noite fui aos Dias da Música, no CCB, ouvir Uri Cane e dois músicos do outro mundo (no contrabaixo e na bateria) a desconstruirem compositores clássicos (Bach, Mozart, Mahler) em devaneios de jazz extraordinários. Pegavam nesses temas e levavam-nos a passear por New Orleans, Nova Iorque, por clubes fumarentos de jam sessions improvisadas, regressando depois a uma frase musical onde se identificava a base, lá está, é isto mesmo. Arrojados. Sem limites. Geniais. Arrebatadores.

Logo a seguir, fui ouvir o trio de Jacques Loussier, que foi o primeiro pianista de jazz a levar para outras paisagens musicais as Variações de Goldberg, há 50 anos.

Só que depois de assistir ao primeiro concerto, este músico que no seu tempo foi considerado um revolucionário, parecia agora um menino de coro a tocar os autores clássicos sem arriscar fugir dos cânones académicos do jazz mais tradicional. Foi um óptimo concerto. Mas devia tê-los visto pela ordem inversa.
ADENDA: Agora com o nome de Loussier corrigido e com links para as páginas dos músicos.

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“Os revolucionários que se tornam clássicos”

  1. Anonymous Anónimo disse:

    Concordo totalmente. Dois óptimos concertos mas para serem ouvidos na ordem inversa.

    MJH