Choque de civilizações
14 janeiro 2009 :: Guarda-freio: Vìtor Matos
Ao dizer isto, o Cardeal Patriarca também arranja uma série de sarilhos e não casou com nenhum muçulmano. Vai abrir uma guerra entre a igreja e a mesquita e não havia necessidade: a Mouraria hoje é um bairro mui católico e o Martim Moniz já se sacrificou há muito tempo em nome da cristandade.
Mas tem a sua razão, e não duvido nem um pouco da verdade das palavas de D. José Policarpo: mocinhas católicas, ou apenas naturais desta ocidental praia (e sublinho ocidental), que casem com um desses sarracenos que aí andam podem estar bem ensarilhadas - sobretudo em épocas em que usar lenço na cabeça não esteja na moda. Agora, e se perguntarmos ao Cardeal como é dos sarilhos que as moças arranjam quando casam com católicos? Suponho que a maioria dos sarilhos conjugais em Portugal se passam entre casais onde pelo menos um se diz católico. E D. José é contra o divórcio, não é? É uma boa maneira dos casais se desensarilharem.
Mas tem a sua razão, e não duvido nem um pouco da verdade das palavas de D. José Policarpo: mocinhas católicas, ou apenas naturais desta ocidental praia (e sublinho ocidental), que casem com um desses sarracenos que aí andam podem estar bem ensarilhadas - sobretudo em épocas em que usar lenço na cabeça não esteja na moda. Agora, e se perguntarmos ao Cardeal como é dos sarilhos que as moças arranjam quando casam com católicos? Suponho que a maioria dos sarilhos conjugais em Portugal se passam entre casais onde pelo menos um se diz católico. E D. José é contra o divórcio, não é? É uma boa maneira dos casais se desensarilharem.
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